” O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem.”
Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não compare à maioria, pois infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. A ilusão não tira ninguém de onde está. Ilusão é combustível de perdedores. “Quem quer fazer alguma coisa, encontra um meio. Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa.” Texto por Roberto Shinyashiki
Escrito por Adesan às 11h32
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Livro: Cartas a um Jovem Administrador: o Futuro Está na Administração
Sem nenhuma pretensão didática ou teórica, o professor Chiavenato traz neste Cartas a um jovem administrador reflexões sinceras sobre a arte de administrar e gerir, na tentativa de incentivar todos que se iniciam na profissão. Para ele, mais importante que conceito é o gesto de compartilhar experiências diversas sobre a moderna ciência da administração e o verdadeiro e significativo papel do administrador na atual gestão contemporânea. Nenhum curso de administração vem com manual de instruções. Você estuda teoria, processos, prática, projetos, utiliza metodologia de casos, faz exercícios, leituras, discussões, simulações, testes, exames e toda uma incansável parafernália de provas de avaliação ao longo do tempo. No final, recebe um certificado de conclusão. Contudo, não recebe nenhuma listagem de providências a tomar no exercício da profissão. E nem é o caso, porque cada caso é um caso. Cada situação precisa ser minuciosamente analisada e avaliada. Cada problema requer uma solução específica. Cada organização ou empresa exige um tipo adequado de intervenção ou condução. O administrador precisa conhecer o campo e tomar decisões para oferecer resultados. E esse é o encanto da administração. Você precisa definir as regras para jogar o jogo da maneira como ele deve ser jogado. Os desdobramentos nem sempre são lineares ou previsíveis. A administração é uma ciência social, mas é também uma tecnologia e uma arte. É exatamente aqui que Chiavenato proporciona momentos de intensa reflexão e que esclarecem como o administrador deve decidir, agir e vencer na vida. Este livro reúne diversas cartas escritas por Idalberto Chiavenato para aspirantes à carreira de administração e tem por objetivo ajudá-los a refletir sobre como podem ser bem-sucedidos em sua profissão. Chiavenato nos revela sua experiência e compartilha seu conhecimento, conta como se iniciou na administração e mostra o diferencial de um grande administrador. Para Chiavenato, administrar significa criar condições ideais de solidariedade para que as pessoas possam se ajudar mutuamente e gerar valor e riqueza de modo eficiente e eficaz.
Escrito por Adesan às 11h05
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Como fazer um press release eficiente?
R: Diariamente, jornalistas são bombardeados com informações sobre ações empresariais. Mas a maioria desses documentos preparados para a mídia, os press releases, não atinge o alvo e vai parar no lixo — eletrônico ou real. Para causar efeito, o press release deve levar informação precisa, útil e direcionada ao meio de comunicação certo. “As empresas precisam entender que têm de ser seletivas e oferecer dados de qualidade”, afirma Ciro Dias, 53 anos, presidente da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).
Selecionar a informação que será divulgada é o primeiro passo. Nem tudo o que acontece na sua empresa é notícia. Alguns eventos importantes merecem um release: compra de empresa, fusões, resultados financeiros e novas estratégias. Aniversário? Lançamento de produto? “Só se vier com informação importante sobre o negócio. O empreendedor não pode tratar a empresa como uma celebridade que merece sempre aparecer”, afirma Cláudia Fuji, 35 anos, diretora de atendimento da S2, empresa de consultoria e assessoria de comunicação. A participação do empreendimento em eventos pode se tornar um bom assunto se for divulgado o que há de novo. Mas lançamentos específicos são atraentes para um veículo especializado no setor — não para uma revista, jornal ou site de negócios generalista. Em tais casos, ações que tiveram sucesso são mais úteis.
Após determinar o motivo do press release, abuse da objetividade. “O título do release tem de ser impactante para chamar a atenção do jornalista”, afirma Cláudia. Mas não pode ser falso, pois o profissional logo perceberá — e se irritará — se não houver conteúdo condizente. “É um erro querer vender algo que não existe ou exagerar nas informações”, afirma Cláudia. “Você está falando para um público exigente.”
Tente colocar os dados importantes logo no primeiro parágrafo. “Na hora de divulgar o negócio, é importante trazer números, seja do crescimento, do faturamento ou outros”, diz Cláudia. “Dê a informação de forma concisa e contextualizada”, completa Dias.
Por último, lembre-se de conhecer os perfis do veículo e do jornalista que vão receber o release. Isso ajuda a saber que linguagem e tom dar ao texto. E mantenha uma relação constante com a imprensa. “É essencial criar um programa de relacionamento com os jornalistas e manter uma política consistente de comunicação”, afirma Dias. Em muitos casos, é melhor oferecer uma notícia exclusiva para um veículo que a abordará com maior cuidado do que enviá-la para diversos meios que falarão apenas algumas palavras. Dicas para melhorar um comunicado feito à imprensa. Aqui, dois casos reais de textos elaborados por empresas que poderiam estar melhor formatadosPor Rafael Farias Teixeira Release original feito pela empresa Cazulo.com, loja virtual de adesivos de parede
Cazulo.com: Sua cara, seu jeito!
A busca pela sua identidade passa pelo Cazulo.com. Personalize suas ideias, crie seu desenho, seja original e exclusivo!
Quer mudar aquele cantinho esquecido da sua casa? Precisando dar cara nova ao escritório? Enjoou da cor da geladeira? Tudo isso pode ser resolvido de maneira simples e rápida! Fuja das soluções óbvias como texturização de paredes ou mudança na cor das mesmas. Afinal você não precisa sujar a casa toda para mudar a cara de um cômodo.
Há tempos eles fazem a cabeça de europeus antenados e agora viraram febre no Brasil. Os adesivos decorativos cumprem muito bem a função de mudar a cara da sua casa ou escritório. Nada de equipe especializada! Você mesmo pode aplicar o adesivo no lugar que desejar. Sem sujeira e demora, sua casa de cara nova na hora que você quiser!
Não gaste sola de sapato, nem perca tempo tentado achar um lugar que comercialize adesivos decorativos de qualidade. Aliás, você deve ter cuidado ao adquirir seu adesivo já que existem muitas pessoas que não trabalham com materiais adequados. Sem sair de casa e usufruindo da comodidade da sua poltrona, você adquire seu adesivo acessando o site www.cazulo.com.
Nossos produtos são sucesso entre os sites de decoração do país. Além de uma infinidade de desenhos, o site conta com uma ferramenta que possibilita simular como o adesivo escolhido vai ficar quando aplicado. Mas o grande diferencial do Cazulo.com são os adesivos exclusivos.
Através de contato via e-mail ou telefone, é possível encomendar um Cazulosticker Personalizado! Quer ter sua tatuagem em formato de adesivo e aplicá-la onde desejar? Ou prefere transformar uma foto sua ou a de seu cachorro em Cazulosticker?
Avaliação do comunicado feito à imprensa por Claudia Fuji, consultora de comunicação corporativa
O texto está totalmente em formato comercial, parecendo uma peça publicitária e/ou e-mail marketing. Não está adequado para envio à imprensa. Para adapta-lo ao formato press release, evitaria o excesso de adjetivos (muito usados em textos publicitários) e o famoso nariz de cera (os primeiros parágrafos não dizem nada da empresa). As informações mencionadas no último parágrafo merecem mais destaque como diferencial da empresa, ou seja, teriam de aparecer logo no começo do texto, talvez até no lead do release.
Release original feito pela empresa república, especializada em marketing universitário
Rio ganha primeira empresa especializada em marketing universitário
república é voltada para ativação de marcas e no desenvolvimento de produtos com foco no público jovem
Um público desafiador, formador de opinião e que representa grande parte do consumo no país. Apenas no Rio de Janeiro são mais de 400 mil universitários, ansiosos por novidades e dispostos a consumir. Nesse cenário surge a república, empresa pioneira no estado com foco na conexão de marcas junto ao público universitário. Até então, esse mercado no estado era inexplorado.
As empresas precisam e querem estar juntas desse público. Preenchemos esse espaço, vamos criar produtos inéditos e ferramentas eficazes para interação com o jovem, afirma Vinicius Oberg, sócio-diretor da república.
Avaliação do comunicado feito à imprensa por Claudia Fuji, consultora de comunicação corporativa
O texto está enxuto demais. Apesar de a imprensa preferir releases objetivos e informativos, ou seja, sem muitas “delongas”, nesse caso a empresa pecou pelo excesso de síntese. Faltou divulgar melhor os serviços prestados, detalhar qual o tipo de produto oferecido ao mercado, qual é o público-alvo da república (qual perfil de empresa?) e quais são os produtos inéditos e ferramentas eficazes mencionados no último parágrafo. A atuação da empresa é regional (só no RJ) ou atende clientes de todo o Brasil? Os projetos são customizados? Esta reportagem é um extra online da matéria Como fazer um press release eficiente?, publicada na seção Como Fazer da ed. 259 da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Seria interessante também contar um pouco sobre a história do surgimento da república, já que dizem se tratar da primeira empresa nesse segmento, divulgar um pouco do perfil dos fundadores para mostrar a expertise da empresa com o público universitário e também a estrutura da empresa. Incluiria também um serviço, com site da empresa e/ou perfis nas redes sociais.
Escrito por Adesan às 10h53
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De onde vêm as boas ideias de negócio
Uma imagem comum associada a genialidade e imaginação é, sem dúvida, a do físico inglês Isaac Newton com uma maçã nas mãos. Sentado à sombra de uma macieira, o sonolento cientista teria forjado, ali mesmo, sem mover um músculo sequer, o princípio da lei universal da gravidade. A fantasia de que o acaso escolhe as mentes que lhe parecem mais atraentes e as presenteia com sacadas geniais habita o imaginário de todos nós. Cada vez mais, contudo, pesquisadores do mundo inteiro têm mostrado que raríssimas vezes as ideias chegam de surpresa, como meros frutos do destino. Em todas as áreas, da ciência e tecnologia às artes e também no mundo dos negócios, as descobertas apontam para a máxima de Thomas Edison: “Genialidade é 99% de transpiração e 1% de inspiração”.
Na investigação sobre o nascimento de empresas bem-sucedidas apresentadas nesta reportagem, da Coca-Cola ao Twitter, não deparamos com nenhum caso de um sujeito premiado com uma ideia brilhante no meio de um sonho. Vistas com lupa, as fontes de inspiração têm muito menos charme. Advêm, sobretudo, de necessidades triviais, da vontade de resolver um problema e também da observação — ainda que, neste último caso, uma viagem funcione como ótimo veículo de associações inéditas. De acordo com a pesquisadora da Harvard Business School Teresa Amabile — uma das mais renomadas estudiosas das conexões entre gestão e criatividade —, o empreendedor que pretende ser criativo deve ter, antes de mais nada, uma causa. “É preciso haver algo que o impulsione. Ao mesmo tempo, ele deve reunir conhecimentos sólidos e exercitar a capacidade de fazer conexões incomuns que gerem ruptura”, diz ela. Uma grande ideia não necessita, no entanto, ser totalmente revolucionária. Pode representar, como defende Thomas Ward, professor do Center for Creative Media da Universidade do Alabama, um balanço entre novidade e familiaridade. “Empreendimentos criativos devem ser originais o suficiente para capturar a atenção dos consumidores, mas familiares o bastante para não serem rejeitados pelo público”, afirma.
O sistema de fast-food, que rapidamente caiu nas graças de consumidores de todo o mundo, por exemplo, nasceu de um questionamento simples. Os irmãos Richard e Maurice McDonald, donos de um pequeno restaurante em San Bernardino, Califórnia, decidiram pensar em um modo prático de rentabilizar o negócio. A casa chegou a ser fechada para que eles repensassem o modo de produção. Eles notaram que o grosso dos pedidos (e do lucro) vinha dos sanduíches. Pronto: estava criada a primeira linha de montagem de hambúrgueres, e o McDonald’s. Um dos negócios mais badalados da internet, o Twitter, nunca teria nascido se um dos seus fundadores, o programador de softwares Jack Dorsey, não tivesse antes tentado resolver o problema de comunicação em uma empresa que monitorava frotas de táxi em Nova York.
Parafraseando Louis Pasteur, a sorte parece ter mais simpatia por mentes preparadas. Uma mistura explosiva — e criativa — traria ingredientes como experiência e problema. O engenheiro civil brasileiro Alexandre Derani não teria tirado o mesmo proveito de sua viagem à Flórida, e criado o primeiro GPS para veículos, caso não tivesse informação prévia sobre geoprocessamento. O fundador da Starbucks, Howard Schultz, atuava no ramo quando viajou para a Itália e se encantou pelo espresso.
Para o físico e consultor Clemente Nobrega, coautor do recente livro Innovatrix – Inovação para Não Gênios, a inovação empresarial pode ser aprendida por qualquer pessoa. É preciso, para tanto, método e disciplina. “As grandes ideias não vêm de um processo místico. Qualquer um pode aprender a ser criativo e gerar inovação”, afirma ele, para quem inovar requer uma luta constante com nós mesmos. “Queremos ser criativos, porém nossas mentes não são naturalmente criativas, uma vez que optamos sempre por soluções mais seguras e, portanto, menos arriscadas.” Reunimos, a seguir, um punhado de fatores que certamente têm influência no cultivo de novas ideias. É importante ter em vista, porém, que dar forma a um negócio exige uma boa dose de pertinácia (para não desistir no meio do caminho), estratégia (para implementá-lo corretamente), a costura de uma rede de relações (sempre imprescindível) e rapidez suficiente para o registro de patentes — a controvérsia sobre quem inventou o quê no mundo dos negócios, afinal, é interminável.
Escrito por Adesan às 13h51
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Empresa fatura com jogos de negócios
‘‘A inspiração para os nossos jogos vem do conceito de War Game, criado nos anos 50 para treinamento de militares. Divididos em dois grupos, eles simulavam o combate entre exércitos inimigos. Para ganhar a luta, cada um criava táticas muitas vezes inéditas, construindo um novo conhecimento sobre o ambiente da guerra. A mesma ideia foi transportada pela Arbache para os jogos de negócios, usando uma ferramenta que adota os conceitos da inteligência artificial, simulando as respostas do cérebro humano. Divididos em equipes, os funcionários precisam tomar decisões que se tornam cada vez mais desafiadoras: na prática, desenvolvem habilidades de negociação, gerenciamento e liderança. Terminado o treinamento, a Arbache envia um relatório com a performance de cada funcionário ao departamento de RH da empresa. O processo dura 12 horas e custa em torno de R$ 35 mil para clientes de grande porte. Para as pequenas e médias empresas, que representam 70% dos clientes, há pacotes especiais, na faixa dos R$ 2 mil. A divisão de jogos é nova, tem apenas dois anos, mas já responde por 50% dos negócios da consultoria. A outra metade fica por conta das análises de mercado e de viabilidade de novos empreendimentos, também com base nos conceitos de inteligência artificial. Com dez versões de jogos à disposição das empresas, realizamos no ano passado 104 treinamentos. A meta é dobrar esse número em 2010, com o lançamento de seis novas versões.” ARBACHE CONSULTORIAQUEM É: Fernando Arbache, 44 anos, doutor em sistemas de informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e inteligência de mercado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica. É professor do Alto Comando da Marinha de Guerra Brasileira, nas cadeiras de logística e sistema de informação O QUE FAZ: usa a inteligência artificial para estudos de mercado, logística empresarial e operações; cria jogos interativos para treinamento de funcionários |
Escrito por Adesan às 11h38
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Pequenos empresários do Rio Grande do Sul já se preparam para a Copa 2014
Mal terminou a Copa do Mundo de futebol deste ano e já há empresários pensando em tirar proveito do próximo mundial, que acontece em 2014 no Brasil. Para isso, pequenos empresários de diversos cantos do país já estão investindo em mudanças em seus estabelecimentos. Estima-se que o evento vá movimentar R$ 183 bilhões, dinheiro que não ficará concentrado apenas nas localidades onde acontecerão os jogos (grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre), mas se estenderá também às sub-sedes, cidades um pouco menores, próximas aos municípios onde acontecerão as partidas, nas quais técnicos e jogadores ficarão hospedados e realizarão seus treinamentos.
Esse é o caso do município de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, distante 109 quilômetros de Porto Alegre. Na cidade, sete hotéis já assinaram contratos com a FIFA para alojar hóspedes ilustres no período de 15 de maio a 15 de agosto de 2014.
Durante os últimos cinco anos o município passou por um grande desenvolvimento turístico, mas, apesar disso, esses hotéis precisarão realizar algumas mudanças e investimentos para se adequarem às normas exigidas pela Federação Internacional de Futebol.
Maria Alice Farina, proprietária do Farina Hotel Parque, um dos estabelecimentos que assinou contrato com a FIFA, conta que já está investindo em melhorias na infra-estrutura do hotel e começou uma reforma que se estenderá a todos os quartos. “Vou trocar móveis e tornar as acomodações mais cômodas”, diz. A principal preocupação dos estabelecimentos de Bento Gonçalves, no entanto, vai além das obras, e está no treinamento dos funcionários. Moysés Luiz Michelon, proprietário do hotel Villa Michelon, por exemplo, está negociando com o Senac um programa de treinamento de cinco meses de duração com os colaboradores de todos os setores do hotel. Além disso, em parceria com a Secretaria do Turismo do município, os empresários de Bento Gonçalves estão investindo em aulas de inglês para seus funcionários. “Vamos colocar cardápios em três línguas: português, inglês e espanhol”, conta Michelon.
Esses empresários ainda não sabem exatamente de quanto será o lucro com a Copa do Mundo. A próxima etapa do processo, que começa ano que vem, consiste justamente em passar uma tabela de valores para a FIFA, que começará a pagar as hospedagens no início de 2013. Apesar disso, o contrato já está repercutindo positivamente no bolso dos proprietários e, consequentemente, no desenvolvimento da região: “Já sentimos um impacto positivo nos negócios. Pessoas que não nos conheciam passaram a nos procurar”, diz Michelon.
Hotéis de outros municípios gaúchos, como Caxias do Sul e Gramado, também já assinaram contrato com a FIFA e iniciaram os preparativos para receber a Copa em 2014. Uma boa dica para outros empresários que, assim como esses hoteleiros, desejam prestar serviços diversos para a FIFA durante a Copa é cadastrar suas empresas no banco de dados do site do Ministério do Esportes.
Escrito por Adesan às 12h00
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Assinatura de convênio ADM BRASIL
Mais um convênio de cooperação técnica foi assinado entre a ADM - Associação Brasileira de Administração e Associações dos Administradores. Depois de Campinas agora é a vez da ADESAN (Associação dos Administradores de Santos), de Santos (SP). A cerimônia, que contou com a presença dos presidentes da ADM, Carlos Eduardo Uchôa Fagundes e da ADESAN, Itamar Revoredo Kunert, foi realizada dia 23 de junho (quarta-feira), às 16h00, na sede da entidade (av. Paulista, nº 1493, cj 103), em São Paulo. Os convênios de cooperação técnica têm como objetivo valorizar os administradores e as empresas de administração bem como promover o progresso e a divulgação dos conhecimentos da ciência da Administração. A aproximação com as associações de administradores e o consequente estabelecimento de parcerias também garantem aos profissionais e empresas uma atuação muito mais forte na defesa da administração profissional. De acordo com Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, as atividades contempladas no convênio são de fundamental importância para auxiliar na capacitação dos administradores não importa em que parte do País ele se encontre. “Fazer com que as empresas entendam que a presença de um bom administrador em seus quadros de profissionais fará grande diferença para os seus negócios está entre as prioridades das associações”, completa o presidente da ADM. Através do convênio de cooperação técnica é possível: ü Estabelecer conexões dos sites das Associações para disponibilização conjunta de conteúdos; ü Definir conjuntamente metodologias de estudo de casos de sucesso, aplicação e publicação nos sites; ü Estruturar uma biblioteca virtual especializada em Administração de Empresas; ü Publicar nos sites das Associações artigos e matérias especializadas em Administração de Empresas; ü Realizar conjuntamente eventos (cursos, seminários, palestras, workshops, etc.), com conteúdos relevantes à administração de empresas; ü Estabelecer parcerias através de convênios com instituições renomadas na área de Administração de Empresas e afins, nacionais e internacionais. Veja as fotos abaixo 





Escrito por Adesan às 18h30
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Empresário muda a cara do negócio e conquista mais clientes
Com 11 anos de atuação no mercado da Ceilândia, cidade do Distrito Federal a 25 quilômetros de Brasília, o empresário José Milson de Freitas Lima, até o ano passado, ainda anotava no papel as compras e vendas de madeiras e acessórios para móveis que sua loja comercializa. Quando questionado por um cliente sobre determinado produto, precisava procurar em suas anotações se tinha o item em estoque e o valor de venda. Hoje computadores interligados fazem a busca e informam a disponibilidade e os preços, o que confere agilidade ao negócio, poupando tempo dos vendedores e dos próprios consumidores. A informatização da J.Lima - O Shopping do Marceneiro foi uma das modificações sugeridas pelo Agente Local de Inovação (ALI) Newton Mauro da Silva, que nos últimos meses ajudou José Milson a modernizar seu empreendimento. Morador do bairro do Park Way, Newton (30 anos) é um dos 23 Agentes Locais de Inovação que se formarão hoje (24) na primeira turma do Distrito Federal. A cerimônia acontece às 19h, no Teatro Sesc Newton Rossi, na Ceilândia Norte.
Os Agentes Locais de Inovação, capacitados pelo Sebrae, são responsáveis por implementar práticas inovadoras em serviços, produtos, processos e marketing no dia a dia das micro e pequenas empresas. Em Brasília, as técnicas aprendidas estão sendo adotadas por mais de 1,5 mil empresas das áreas da construção civil, alimentação e vestuário. Nos próximos meses, receberão a consultoria os varejistas, os reparadores de automóveis e as empresas do segmento de beleza. Também nesta quinta-feira, o Sebrae vai lançar a próxima turma de agentes do DF. A previsão é que 1,5 mil novos empreendedores sejam beneficiados.
Mudança no visual
No caso da madeireira de José Milson, a mudança passou por vários aspectos e ajudou as vendas a crescerem mais de 15%. Além da informatização, ele alterou todo o visual da loja, inclusive a logomarca, suspendeu a aceitação de cheques e reformulou a lista de produtos. Até mesmo o público consumidor mudou: antes de receber a visita de Newton, Milson vendia apenas para marceneiros. Agora atende também o consumidor final. “Meu negócio evoluiu muito. O número de clientes aumentou e todos elogiam bastante a mudança no visual da loja. Até a inadimplência diminuiu”, conta.
A consultoria prestada pelos agentes é totalmente custeada pelo Sebrae. Durante um ano, no mínimo, o profissional visita a cada dois meses a empresa para dar informações e dicas de como esse pequeno empreendimento pode inovar para se tornar mais competitivo. Os agentes são profissionais graduados há, no máximo, três anos, capacitados para trabalhar diretamente com as micro e pequenas empresas, com a função de apresentar soluções de acordo com as necessidades de cada empreendimento.
O projeto já conta com a adesão de 24 unidades da federação e os outros 13 estados estão acertando os detalhes para implementar o projeto. Em todo o país, há 518 agentes formados, atendendo 16,5 mil empresas. Para se tornar um agente local o interessado deve passar por uma seleção que envolve prova de conhecimentos, redação e dinâmica de grupo. As provas são elaboradas pelo Sebrae no estado, de acordo com os segmentos que serão trabalhados localmente.
Newton Mauro da Silva não tem dúvidas de que irá seguir a carreira. Há dois anos, quando começou como Agente Local de Inovação, tinha deixado o emprego para estudar para concurso. Graduado em administração, ele acredita ter encontrado a profissão certa. “Quando participei da seleção, estava perdido, sem saber se estudava para um concurso ou se abria um negócio próprio. Agora já sei o que quero: ser consultor empresarial. Brasília tem muita demanda por esse tipo de serviço. Temos muitas pessoas que abriram empresas por não conseguirem passar em um concurso; então, não estão capacitados para empreender. Precisam da nossa ajuda”, afirma Newton, que prestou o serviço a 47 empresários nos últimos dois anos.
Escrito por Adesan às 13h04
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As Associações dos Administradores do Litoral e Interior, realizaram reunião em JUNDIAI – SP
A reunião aconteceu no dia 22/05/2010, das 10h até as 16h. Participaram as seguintes Associações, de Santos, Campinas, São Carlos, Jundiaí. As demais de São José do Rio Preto, Araraquara, Sorocaba, Piracicaba e Bauru não compareceram por motivos de compromissos em suas regiões com eventos da profissão. Vejam abaixo as fotos da reunião 


Escrito por Adesan às 11h23
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Direito : Contrato de trabalho temporário não pode mais ser prorrogado automaticamente
No final de ano, as empresas e funcionários que trabalham com as chamadas vagas temporárias deverão ficar atentos para uma nova regra. Cristiano Tripiquia Lemes, especialista em Direito do Trabalho do escritório Mesquita Barros Advogados, explica que, com a publicação da Instrução Normativa nº. 5, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em julho deste ano, o contrato temporário somente poderá ser prorrogado após a emissão expressa de autorização do órgão competente. A nova norma revogou a Instrução Normativa nº. 3, de 2004, que concedia autorização para a prorrogação automática desses contratos.
“Isso significa que, conforme a Lei que regula o trabalho temporário (nº. 6.019/74), o prazo de vigência do contrato não poderá exceder a três meses, com exceção dos casos em que houver autorização conferida pelo Ministério do Trabalho”, explica o advogado.
Em 1997, foi instituída a Portaria nº. 1, que tornou a prorrogação automática, a partir de simples comunicação do interessado ao órgão competente (no caso, a DRT), informando a necessidade de prorrogação do contrato temporário por até mais três meses. Isso foi mantido na Instrução Normativa nº. 3, de 2004. “Porém, a publicação da Instrução Normativa nº. 5 revoga as determinações anteriores, mas não a lei de 1974. Ou seja, restou apenas o texto da lei que não deixa dúvida a respeito da necessidade de documento para que o contrato possa ser prorrogado”, esclarece Cristiano Lemes.
Segundo o advogado, a empresa que realizar a prorrogação sem contar com a autorização da autoridade pode ser autuada, com imposição de multa calculada com base em cada trabalhador que tenha a situação irregular verificada pelo fiscal. Ou, então, pode haver o reconhecimento da nulidade do contrato temporário e até da declaração de vínculo direto com o tomador, sendo o trabalhador considerado pela Justiça do Trabalho como contratado por prazo indeterminado.
“Enquanto a legislação permanecer sem outra instrução a respeito da prorrogação do contrato de trabalho temporário, recomendo que as empresas solicitem a autorização perante o órgão competente, em prazo suficiente para a DRT se manifestar sobre o requerimento, e que o contrato de trabalho não seja mantido no caso de não-concessão da autorização”, diz Cristiano Lemes.
Fonte: Canal Executivo
Escrito por Adesan às 11h21
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Ética: profunda revisão da cultura corporativa
A formação de equipes comprometidas é um desafio constante para as organizações que lidam com os efeitos do fenômeno da Globalização, que permite a disseminação do conhecimento em uma velocidade surpreendente. No entanto, para que os...
Ética: profunda revisão da cultura corporativa
A formação de equipes comprometidas é um desafio constante para as organizações que lidam com os efeitos do fenômeno da Globalização, que permite a disseminação do conhecimento em uma velocidade surpreendente. No entanto, para que os profissionais “vistam a camisa” da empresa é necessário que estejam motivados, sintam-se parte do negócio e entendam a importância do seu trabalho para o alcance e a superação de metas. Mas como conseguir que as pessoas, com pensamentos e necessidades individuais, trilhem em busca de um objetivo comum? Esse questionamento é feito inúmeras vezes por dirigentes de companhias que atuam em segmentos dos mais variados. Já a resposta para essa indagação, dependerá da cultura de cada organização e da adoção ações concretas e direcionadas à Gestão de Pessoas. No entanto, um fator certamente influenciará a obtenção ou não do sucesso desses investimentos: a presença da ética organizacional. De acordo com Francisco Gomes de Matos, consultor e autor do livro “Ética na Gestão Empresarial – da Conscientização à Ação”, lançado pela Editora Saraiva, o pressuposto básico é que a ética está presente na consciência humana e na cultura das organizações, onde se desenvolve a consciência coletiva. Dessa forma, a cultura corporativa torna-se a primeira referência de um modelo de renovação ética. “A liderança é formadora de consciências, vontades e estratégias transformadoras, direcionadas ao bem-comum. Ser líder implica, necessariamente, em ter compromisso ético”, destaca. Em entrevista ao RH.com.br, o consultor cita quais os principais fatores que dificultam a adoção de uma postura ética no meio organizacional e reforça a importância do profissional de Recursos Humanos nesse contexto. O tema é, no mínimo, polêmico e certamente ganhará um espaço cada vez mais destacado nos corredores das empresas e junto às funções estratégicas. Boa leitura!
RH.com.br - O que podemos entender como ética corporativa?
Francisco Gomes de Matos - Ética corporativa é a maneira de “ser” de uma organização. Significa que sua conduta pública orienta-se por princípios de valor consensuais, que caracterizam um perfil próprio. De uma ética corporativa, reconhecidamente consistente, resulta o efetivo engajamento de pessoas às organizações – o orgulho de pertencer. É imprescindível o sentimento de admiração para que haja identificação com a causa. A ética corporativa retrata a cultura organizacional.
RH.com.br - Ser ético tem sido complicado no meio organizacional?
Francisco Gomes de Matos - Tem sido muito complicado porque não há razoável conscientização para o conceito e a dimensão da ética. Ética implica responsabilidade e comprometimento e, como tal, incomoda aos que querem obsessivamente ganhar e ganhar, mesmo que todos sejam perdedores. Na estratégia de negociação há sempre um espaço reservado a um mínimo de renúncia às vantagens pessoais. Em relação à ética esse espaço é maior, pois a referência básica é o bem comum.
RH.com.br - Por que a ética corporativa tem tornado-se um tema cada vez mais polêmico?
Francisco Gomes de Matos - Um dos motivos são os descalabros noticiados, hoje, veiculados com mais impacto pela mídia, induzindo às mudanças de comportamento, sem que tenha havido revisões e transformações significativas na escala de valores de grande parte dos dirigentes. Defendo ser imprescindível passar pelo teste da essencialidade da ética: sentir a necessidade de ser; querer ser e saber ser. No primeiro plano está a conscientização, em seguida a determinação e, finalmente a sabedoria. Sem essa seqüência lógica o comportamento ético é contraditório. Não bastam existirem a intenção e o querer românticos, é preciso competência no agir. Competência é um fator ao qual atribuo força considerável, é preciso saber realizar valores, princípios, sonhos, talentos, sem o que a frustração mine energias, abrindo campo para todos os desvios e as distorções. O homem sem perspectiva ética tem baixa imunidade ao vírus da corrupção.
RH.com.br - O que falta à realidade empresarial é a presença de um modelo de gestão ética que dê um norte às organizações?
Francisco Gomes de Matos - Falta às organizações a exata compreensão que competência para resultados não é fruto de comando autoritário e ações reativas. O jargão competitividade, tão a gosto na linguagem corporativa, traduz-se infelizmente em estímulo ao vencer, vencer a qualquer preço, mesmo a custo da dignidade humana. A competição predatória é alimentada o tempo todo, sem até mesmo serem percebidos - esse é o grande paradoxo e a contradição nos discursos motivacionais nas empresas. Um modelo de gestão ética começa por uma profunda revisão da cultura corporativa. É vital a identificação de todos com os valores comuns - as pessoas integram-se por filosofia, não por tecnologias. Mas hoje vive-se uma terrível fantasia tecnológica, onde há forte sedução do ter sobre o ser. A corporação do ser - que apesar de muitas evidências contrárias - todavia, ganha cada vez mais espaço.
RH.com.br - Atualmente, que fatores mais ferem a ética corporativa?
Francisco Gomes de Matos - São muitos os que tratam a ética como se fosse uma donzela angelical, pouco tendo a ver com o mundo real. Pensam: tudo bem, desde que seja circunscrita aos salões. Ou colocam a ética onde nunca deveria estar, num contexto de corrupção em que seu conceito esvazia-se em posicionamentos equívocos. A simulação da ética cria um mal gravíssimo: a descrença da juventude pelos padrões éticos do sistema e das corporações. Estamos falando do futuro, que poderemos esperar? Daí dizermos que é urgente que se promova a pedagogia da ética, através de programas educacionais de conscientização e aplicação, pró ética da ética. Os fatores que mais ferem a ética corporativa são basicamente a falta de nitidez e de conscientização de valores, além da desvalorização humana, incluindo aí todos os personagens atuantes, dirigentes, empregados, clientes, públicos em geral.
RH.com.br - O que dá consistência à ética corporativa?
Francisco Gomes de Matos - O princípio é estarem todos comprometidos com verdades comuns, integrados pela vontade comum e empenhados na ação comum. O consenso é pressuposto democrático básico, significando acordo e compromisso quanto ao que é essencial. Nisso se corporifica a ética.
RH.com.br - O principal condutor da ética nas organizações são os líderes?
Francisco Gomes de Matos - A ética faz parte da essência da liderança autêntica. Sem ética temos o tirano, na empresa o capataz, não o dirigente transformador, consciente de sua função educativa. A bandeira do líder é a renovação contínua de pessoas, estruturas e tecnologias. Uma empresa do ser é uma corporação fundada na ética da solidariedade. Todas as organizações possuem líderes, mas o que faz a diferença qualitativa é a liderança integrada. Integração é a mola da ética e a ferramenta imprescindível do líder.
RH.com.br - E como se posiciona o profissional de Recursos Humanos dentro dessa realidade?
Francisco Gomes de Matos - O profissional de Recursos Humanos é, por excelência, o educador na empresa e, assim, um agente ético de desenvolvimento, que é um conceito abrangente, envolvendo aspectos sociais, econômicos, tecnológicos, de negócios, mas que terá que atender prioritariamente o homem total. Sem a valorização humana qualquer expansão é transitória.
RH.com.br - Que fatores podemos considerar indissociáveis e sistêmicos para a disseminação e o fortalecimento da ética nas empresas?
Francisco Gomes de Matos - A ética como traço essencial da cultura corporativa é resultado da ação valorativa coerente das lideranças, com foco na educação empresarial. O sistema de comunicação - a informação relevante ao alcance de todos - e de geração de idéias - o livre pensar para agir com consistência. Nesse sentido, é vital criar espaço próprio ao pensamento estratégico. Minha experiência com a formação do comitê estratégico é extremamente positivo. Costumamos fazer uma pergunta instigante: onde estão sendo formados os pensadores na empresa? Onde eles se reúnem? A prática das reuniões, sem filosofia, nem metodologia é, de um modo geral desgastante e desmoralizador. Por exemplo, um lugar onde pouco se pensa nas organizações é na reunião de diretoria, pois ela tem por vocação ser reativa na solução de problemas. O problema é a manifestação do passado, não considera as oportunidades, cuja meta é o futuro. O grande desafio é superar o agir-pensar pelo pensar-agir. A ética estará fortalecida quando houver estímulos concretos e estrutura para o pensamento inovador.
RH.com.br - Que ferramentas ou recursos corporativos podem ser usados no dia-a-dia para estimular a ética corporativa?
Francisco Gomes de Matos - No livro “A Cultura do Diálogo", Gustavo Gomes de Matos, quando recomenda e reforça a cultura do diálogo: criação do clima motivador ao entendimento, a negociação e a criatividade. Comunicação e relacionamento são duas áreas críticas que devem ser consideradas estrategicamente, pois são fatores éticos de sobrevivência organizacional.
RH.com.br - O Sr. é a favorável à adoção de códigos de ética nas empresas?
Francisco Gomes de Matos - Não tenho muita simpatia pelos códigos de ética. Acredito na boa intenção em instituí-los e que podem até serem necessários para determinados contextos e comunidades, mas vejo preocupante sinal de motivação punitiva nos mesmos. Partem do pressuposto restritivo quanto a moral vigente - nesse caso já existem códigos específicos, como civil, comercial, penal, entre outros. Prefiro a ênfase no educacional, na credibilidade, na honradez, que decorrem da cultura ética, que está sendo permanentemente construída. Em vez de códigos, sugiro diretrizes éticas.
Escrito por Adesan às 12h28
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Liderança : Como ser menos chefe e mais líder
A liderança deve equilibrar três dimensões: o atingimento de resultados, a atenção às pessoas e a flexibilidade para inovar...
A liderança deve equilibrar três dimensões: o atingimento de resultados, a atenção às pessoas e a flexibilidade para inovar.
Cada uma destas dimensões tem pontos de divergências com cada uma das outras: Resutados; Pessoas; Inovação.
Se focalizo demais resultados, procurando, por exemplo, maximizar a agregação de valor, talvez eu não priorize tempo e recursos para desenvolver as pessoas e equipes. Se tenho no foco meu negócio atual, na colheita dos resultados do que já havia semeado, eu tendo a me esquecer de fazer novas semeaduras, de inovar e renovar meu negócio.
O excesso de atenção à dimensão pessoas tende a criar um clima de amizade e apoio, e assim a falta de foco nos resultados fará com que os recursos e que a inovação fique em segundo plano.
Por um lado, o excesso de inovação cria instabilidade e até o caos organizacional: o foco é tanto no futuro e em suas possibilidade, que se esquecem os compromissos com os clientes, com fornecedores e até com pessoas de nossa equipe. Além do mais, o exagero nas inovações tende a acentuar a resistência às mudanças.
Como líder, eu preciso equilibrar três dimensões que não intrinsicamente conflitantes.
No Ecotraining isto é totalmente visível e transparente, por exemplo, numa trilha. O líder que só olha para frente só vê o resultado a alcançar, o progresso e o tempo. Se ele olhar muito para trás, dará um foco na equipe, nas dificuldades individuais, na desmotivação de alguns e no ânimo de outros. Se ele olhar muito para cima, terá idéias novas e inspiração para inovar, mas não dará atenção às pedras roliças do caminho e poderá se machucar num escorregão fruto de sua falta de atenção ao terreno onde pisa.
Os estilos individuais, as formas de atuação se tornam evidentes, e todos aprendem consigo próprio e com os outros, que são verdadeiros espelhos de nossas formas de agir. Quando as pessoas identificam seus estilos, numa combinação de ser rei, guerreiro, mago e amante, tornam-se mais atentas a seus paradigmas pessoais e de que momentos eles são apropriados ou inadequados. Ser excessivamente guerreiro, buscando resultados imediatos, quando alguém está cansado na trilha não é adequado. Por outro lado, exagerar na atenção ao bem estar da equipe quando estamos atrasados na direção a nossa meta não é a mais apropriada.
Num ambiente exuberante da Natureza, todos têm a oportunidade de repensar suas formas de agir no trabalho. Além disto, o Ecotraining possibilita que cada pessoa assuma perante o grupo compromissos de mudança que se refletem diretamente no trabalho.
Coisas simples como a conversa franca do olho no olho, o abrir o coração e colocar francamente o que se passa em cada pessoa e em cada departamento, o resgate do sentido de companheirismo, são resultados que apóiam as pessoas a serem menos chefes e mais líderes. E isto representa uma enorme contribuição para os resultados, para as pessoas e para a inovação.
Escrito por Adesan às 11h58
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Você tem as competências essenciais para uma boa liderança?
Muitas são as responsabilidades de um líder. Geralmente, espera-se desse profissional eficiência em dirigir uma equipe, conquistar os melhores resultados para a empresa, manter um ambiente saudável e harmonioso, além de ter o respeito de seus liderados. O coach Paulo Roberto de Souza, especialista em gestão pessoal, destaca que a principal características do líder, para realizar suas atividades com eficiência, está em desenvolver pessoas. "Uma pessoa que está nesta posição pode ajudar a facilitar ao máximo o alcance dos objetivos por parte dos funcionários. Mais do que se preocupar em fazer, o líder deve se ocupar de conseguir que sua equipe consiga produzir, sem dependência, que se tornem pessoas responsáveis, ou seja, que conduzam suas tarefas adequadamente, sem necessidade de conselhos e acompanhamento próximo e que atinjam seus objetivos". Contudo, muitos profissionais se questionam sobre quais as habilidades que uma pessoa deve ter para liderar com sucesso.
A CarrerLab, consultoria norte-americana especializada em carreira e liderança, elaborou um teste simples que avalia as competências essências, ou seja, as habilidades para um profissional ter uma boa liderança. De acordo com William S. Frank, presidente e CEO da CareerLab, todos podem se tornar líderes em suas áreas, mas para isso é preciso praticar. "Qualquer um poderá, com interesse e dedicação, desenvolver as habilidades para um bom líder. Para isso, é preciso praticar e aprender algumas habilidades para essa função." E você? Acha que possui as competências essências para ter uma boa liderança? Faça o teste, da consultoria CarreerLab e avalie sua capacidade de liderar.
Teste
Abaixo, existem 10 habilidades e cada uma vale 10 pontos. Caso sinta que possui uma competência totalmente desenvolvida em alguma determinada habilidade, some 10 pontos. Caso considere que essa habilidade não é completamente desenvolvida, não some os pontos.
- Visionário.
Criam uma visão, ou seja, pensam no futuro da sua empresa. Esses líderes podem melhorar a qualidade e a aceitação da visão de parceria com seus colegas, a equipe de executivos, funcionários-chave de toda a organização ou consultores externos. Esse profissional procura novas ideias e apoia às pessoas que ajudam a criar essas propostas.
2. Inspirador. Uma vez que a visão está estabelecida, os grandes líderes são capazes de inspirar todos na empresa para obter o resultado que a empresa espera. Esta inspiração se estende a clientes, investidores, fornecedores, órgãos de administração e todos os outros intervenientes.
Isso não significa que os bons líderes têm de ser carismáticos ou grandes oradores públicos, embora alguns sejam. Os líderes podem inspirar pelo exemplo, ou de forma discreta. Cada palavra e ação demonstram a sua paixão para a visão.
3. Estratégico. Profissionais que são claros nos seus argumentos e enfrentam diretamente as forças e fraquezas das suas próprias organizações, bem como as suas oportunidades e ameaças externas. Eles pensam em termos de alavancagem, de "pesca onde os peixes são grandes" e de parceria para ganhar vantagem no mercado. Apesar de ter interesse em uma venda, eles preferem criar alianças estratégicas que geram milhares, ou centenas de milhares de vendas.
4. Táticos. Os líderes com esse perfil são orientados para linha de fundo e, extraordinariamente, comprometidos com resultados. Eles prosperam em fatos, números, "números" e dados. São estão interessados em ROI, ROE e EBIDTA, por exemplo. Se os números não são o seu forte, se cercam de talentos em finanças.
5. Focalizado. Uma vez que a visão e a missão (uma declaração breve, clara das razões para a existência de uma organização) são estabelecidas, esses líderes focam nos objetivos propostos e exigidos em suas tarefas. Líderes com 20 prioridades (sem foco), essencialmente, não têm prioridades e passam a conviver com problemas para a realização de suas tarefas.
6. Persuasivo. Não são necessariamente vendedores, mas profissionais com esse perfil, são capazes de levar outras pessoas para o seu ponto de vista usando a lógica, razão, emoção e força de suas personalidades. Eles motivam pela persuasão, em vez de intimidação. A chave aqui é o líder falando de seu coração.
7. Agradável. Bons líderes são centrados nas pessoas. Eles podem ser cientistas, engenheiros e técnicos de formação, mas reconhecem as habilidades interpessoais de seus liderados. Eles exibem um alto grau de inteligência emocional e possuem simpatia.
8. Decisivos. São aqueles que podem tomar decisões rapidamente - muitas vezes com dados incompletos. Raramente um líder é capaz de obter 100 % da informação necessária para uma decisão. Normalmente são "60 %" ou "80 %".
9. Ética. Liderança é baseada em princípios. Estabelecem expectativas claras de desempenho e as pessoas responsáveis. Isso requer que sejam diretos e verdadeiros. Sabem que é difícil bater a verdade.
10. Aberto a comentários. São abertos e dedicados à aprendizagem ao longo da vida. Buscam feedback sobre seu desempenho através de conversas diretas e ferramentas de objetivo, tais como opiniões diversas. Profissionais com esse perfil, ao buscarem a melhoria contínua em suas empresas, acham melhorias para si próprio.
Resultado
· Pontuação 70 ou mais - Você está na faixa de destino e possui as características de um bom líder.
· Pontuação Inferior a 70 - Você possui algumas deficiências para essa função de liderança. Procure desenvolver e treinar as habilidades que ainda não são o seu forte. Use os seus resultados para criar um plano de desenvolvimento para sua carreira. Em outras palavras, se você está carente em alguma determinada competência, procure mentores, formação e coaching para escorar sua fraqueza. No entanto, o mais importante é aproveitar seus pontos fortes.
O teste foi divulgado pelo jornal norte-americano Denver Business Journal
Escrito por Adesan às 11h44
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20 dicas para você vencer o medo de montar um negócio de sucesso
Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de montar um negócio. Seja numa situação de desemprego, seja pela vontade de ganhar autonomia, todo mundo já foi cutucado pelo desejo de se tornar o próprio patrão. Mas a grande questão é: quantos desistem de colocar o seu sonho em prática? A maioria dos "aspirantes" a empresários, com certeza, joga a toalha antes mesmo de dar o primeiro passo. A razão está no medo. As pessoas têm pavor de apostar seu capital na montagem de um negócio e acabar perdendo investimentos que muitas vezes demoraram anos para serem acumulados. Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, diz que o Brasil tem muitas oportunidades, mas os empreendedores não estão bem preparados para aproveitá-las. E acabam sucumbindo. Um exemplo é que cerca de 27% das micro e pequenas empresas paulistas fecham as portas no primeiro ano de existência. Além dos ventos muitas vezes desfavoráveis que afetam a economia brasileira, a razão para o fracasso está na falta de planejamento. Com os pés no chão, a chance de vencer a insegurança e ser bem-sucedido aumenta muito. Os que alcançam o sucesso são aqueles que corretamente identificam as oportunidades e tiram bom proveito delas. E que não se intimidam. "Acima de tudo, é importante ter perseverança, determinação e não se deixar levar pelas circunstâncias agressivas, que muitas vezes ameaçam a construção de um negócio. É fundamental levantar-se rapidamente das quedas", afirma Hashimoto. Apesar de todos os empecilhos, o número de pessoas que se aventuram em busca de seus ideais é grande no Brasil. Não é à toa que o país está sempre em lugar de destaque quando se fala em empreendedorismo. Paulo Veras, ex-diretor geral do Instituto Endeavor, diz que o perfil do brasileiro é marcado por ousadia. "O brasileiro se sente mais confortável em lidar com o risco do que outros povos". O medo que envolve montar um negócio estará sempre presente. Ele é até saudável, desde que não imobilize. O livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto, editado pelo Instituto Endeavor, descreve a importância do medo: "(...) O medo de não dar certo é absolutamente essencial, pois serve para que o empreendedor conheça seus limites e calcule o tamanho de seus riscos". Se você se inclui no universo de candidatos a empreendedores que têm vontade de montar um negócio, mas estão tomados pelo medo dos riscos e incertezas, juntamos 20 dicas (que podem ser lidas nas próximas páginas desta reportagem), dadas por especialistas em empreendedorismo, para ajudá-lo a criar coragem para ir em frente e construir uma história de sucesso. Dê seu primeiro passo e boa sorte!
Escrito por Adesan às 14h07
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Porque elaborar um business plan?
Um Plano de Negócios, o Business Plan, é usado pelas empresas para definir a direção a ser seguida, prevendo situações de contorno em caso de problemas de mercado e planejar como atingir os objetivos no período. Para as...
Um Plano de Negócios, o Business Plan, é usado pelas empresas para definir a direção a ser seguida, prevendo situações de contorno em caso de problemas de mercado e planejar como atingir os objetivos no período. Para as empresas novas, as start-up companies, o Business Plan é usado para atrair investimentos e conseguir empréstimos para iniciar o negócio. Apesar dos grandes benefícios do Business Plan muitos empreendedores não tomam o devido cuidado na sua elaboração: ou por falta de conhecimento da sua importância ou por falta de experiência para a elaboração de um plano consistente. Muitos investidores reclamam dos Business Plans que recebem para serem analisados, criticando o seu conteúdo e falta de consistência. Quanto mais detalhado for o Business Plan maior será a confiança dos investidores e chances de sucesso do empreendimento. Utilizar um guia para a elaboração é importante porque evita a omissão de algum ponto que no futuro pode ser vital para o sucesso do negócio.
Em mercados altamente competitivos um Business Plan bem elaborado é fundamental para o sucesso do negócio, principalmente, se for um negócio on-line na Internet. Em mercados globalizados e virtuais, as empresas estão sujeitas a competir com novas empresas que mudam o paradigma do negócio, fazendo eclipsar negócios tradicionais. Sem um plano de contingência consistente o destino é o fechamento da empresa. Esse triste fato não se aplica apenas para empresas pequenas, mas para empresas grandes e de prestigio. Quem poderia imaginar a 10 anos atrás que empresas como Digital Equipment, WordPerfect, Borland e CompuServe, simplesmente, deixariam de existir. Embora sendo empresas que ditavam os rumos da tecnologia não conseguiram fôlego suficiente para evitar o ataque de novas companhias com mais agilidade e maior agressividade. Isso comprova que o sucesso no presente e no passado não assegurará o sucesso no futuro. A única forma de evitar ataques predatórios de outras empresas é ter um Business Plan bem elaborado e que permita mudanças rápidas de rumos para acompanhar a velocidade do mercado on-line.
Cerca de 60% das start-up companies americanas de alta-tecnologia não sobrevivem, mesmo recebendo investimentos de empresas de capital de risco, as venture capital. Várias são as causas, entre elas a inexperiência dos empreendedores e a falta de pessoal capacitado para tocar o negócio. Em função disso, os investidores americanos querem informações sobre a experiência dos diretores dessas empresas. Essa experiência é refletida no Business Plan, que é apresentado de forma coerente e fundamentado em fatores factíveis.
Para auxiliar na elaboração de Business Plan é interessante seguir um roteiro pré-definido, evitando a omissão de algum dado relevante. Uma sugestão de roteiro apresentado a seguir:
Sumário Executivo
O sumário deve apresentar de forma clara o objetivo de seu plano, mostrando qual a estratégica de negócio da sua empresa, as formas de desenvolvimento e comercialização de seus produtos e os investimentos necessários para implementar o plano.
Concepção do Negócio
Essa seção deve apresentar de forma detalhada como sua empresa e seus produtos podem superar a competição e ser atrativo para os investidores. Você deve apresentar a estratégia para cada diferente linha de produtos e os fatores que podem ter causar impacto na estratégia planejada. Aspectos de mercado relevantes devem ser mencionados.
A Situação Atual
Nessa parte você deve apresentar o estágio dos negócios, tais como o desenvolvimento da empresa, dos produtos e sua posição no mercado. Essas informações são importantes para dar aos investidores um bom nível de confiança para comprarem sua idéia.
Característica do Mercado
Aqui você deve apresentar as características do mercado em que a empresa atua ou atuará. Deve ser apresentado o potencial do mercado, quantas pessoas ou empresas usam os produtos do concorrente e quantos clientes você poderá atrair.
Segmentação do Mercado
Se o mercado for muito grande você segmentá-lo, focando num determinado nicho. Isso é importante, principalmente, se você está iniciando um negócio. Falta de foco pode causar dúvidas nos investidores.
Análise dos Consumidores
No seu Business Plan você deve avaliar o comportamento dos consumidores com relação aos seus produtos. Procure concentrar-se em variável mensuráveis para avaliar as chances dos seus produtos frente aos concorrentes.
A Competição
Apresente nessa seção uma análise da competição: quem é a empresa líder, as demais empresas que atuam e o potencial de novas empresas entrarem nesse mercado. Mostre quais as características que diferenciam sua empresa da concorrência.
Características dos Produtos
Aqui você deve apresentar os benefícios dos seus produtos, descrevendo suas características. Enfatize quais as características que diferenciam seus produtos da concorrência.
Análise Competitiva
Nessa seção você deve fazer uma análise profunda das vantagens e desvantagens de sua empresa frente a concorrência. Quando estiver apresentando suas deficiências mostre quais são os plano para supera-los. A demonstração de transparência na análise reforça a confiança dos investidores no seu negócio.
Posicionamento
Apresente aqui como você posicionará o seu produto no mercado, determinando quais são os consumidores target para os produtos. Uma vez definido os consumidores que se pretende atingir é necessário estabelecer qual é a mensagem que você gostaria de passar para esses consumidores.
Propaganda e Promoção
Descreva o plano de promoção da sua empresa e produtos, apresentando quais são os veículos de Marketing que você pretende utilizar e explanando como eles passarão a mensagem das qualidades dos produtos para os consumidores. Esse plano deve ser consistente com o budget de Marketing.
Vendas
Seu plano de vendas deve ser coerente com a sua estratégia de negócios, seguindo a estratégia de marketing e consciente das limitações da sua empresa. Procure programar o volume de vendas de acordo com períodos do ano que possam ter impacto nos consumidores, tais como Páscoa, Natal, etc.
Pesquisa e Desenvolvimento
Essa seção só é aplicável às empresas que tenham desenvolvimento de produto. Descreva aqui quanto da receita você investirá no aperfeiçoamento dos produtos atuais e no desenvolvimento dos novos produtos. Uma visão de longo prazo da linha de produtos e das inovações planejada transmitirá confiança nos investidores.
Operação
Aqui você deve apresentar como funcionará o seu negócio. Mostre os aspectos peculiares do processo de manufatura dos produtos, discutindo os pontos críticos e soluções de contorno. Os aspectos de distribuição e da cadeia de fornecedores devem ser discutidos para mostrar a eficiência do processo.
Pessoal
Essa seção é dedicada a apresentação da estrutura organizacional da empresa, descrevendo as posições chaves com suas responsabilidades. É importante apresentar o currículo das pessoas chaves da empresa para mostrar aos investidores quem são as pessoas que estão dirigindo o negócio. É recomendável um misto de pessoas experientes e pessoas jovens, dando o equilíbrio entre conservador e o arrojado. Lembre-se que não adianta uma excelente idéia se não existir pessoal competente para gerenciar o negócio.
Análise sobre o Retorno do Investimento
Essa é uma das principais seções do Business Plan. Ela demonstra qual o retorno que o seu negócio trará para os investidores. Elabore os investimentos dos próximos cinco anos mostrando a evolução das receitas e despesas, mostrando como você poderá remunerar os investidores. Apresente seu plano para o lançamento da oferta pública de ações (IPO - Initial Public Offer) de sua empresa e as perspectivas de valorização das ações.
Finanças
Essa seção mostra as planilhas de receitas e despesas, o fluxo de caixa, a evolução das vendas semanalmente, o custo por unidade de produto, etc. Quanto mais detalhado e consistente for essas planilhas maior controle você terá do seu negócio. Se a evolução de vendas não corresponder ao planejado você poderá reagir rapidamente alterando as estratégias de vendas. Se o custo dos produtos estiver acima do planejado você negociar com os seus fornecedores novos preços ou sua substituição. Quanto maior o volume de informações com qualidade você tiver melhor será a administração do seu negócio.
Resumindo, o sucesso de um negócio começa com um plano de negócio identificando claramente as oportunidades e os pontos fracos de sua empresa no mercado, criando condições de uma atuação com risco calculado.
Autor: Eduardo Mayer Fagundes
Escrito por Adesan às 12h03
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