Procurar um emprego ou abrir um negócio?

Esta é uma dúvida que acomete grande parte dos profissionais assalariados mais cedo ou mais tarde. Continuar trabalhando para os outros ou trabalhar por conta própria? Veja aqui os principais prós e contras de cada opção:

Empregado
Prós
Salário garantido no fim do mês
Não possui capital próprio investido em atividade que envolve risco
Férias garantidas de 30 dias por ano
Recebe boa parte das diretrizes sobre o que fazer
Benefícios trabalhistas como férias e 13.o salário
Preocupação com sua área de trabalho
Contras
Ganhos limitados
Emprego nas mãos da avaliação (e humor) de um superior
Contribuição limitada para a construção de um todo

Empresário
Contras
Retirada financeira incerta
Capital próprio investido em atividade que envolve riscos
Dificuldade de se ausentar do trabalho (poucas férias)
Sucesso do negócio depende em grande parte da dedicação de terceiros (funcionários)
Preocupação com todas as áreas da empresa
Prós
Possibilidade ilimitada de ganhos
Satisfação pessoal na geração de empregos
Não precisa se reportar a ninguém
Possibilidade de grande realização pessoal através da construção de um negócio de sucesso

E você, qual o seu perfil? O que o impede de abrir um negócio próprio? Comente.



Escrito por Adesan às 15h59
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Frases de Peter Drucker

- Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite.

- Resultados e recursos existem fora da empresa, não dentro dela.

- Os resultados provêm do aproveitamento das oportunidades e não da solução dos problemas. A solução de problemas só restaura a normalidade. As oportunidades significam explorar novos caminhos.

-Para atingir resultados econômicos, concentre-se em poucas áreas – as oportunidades decisivas – evitando o desperdício de energia e de recursos

- Uma organização que visa o lucro é, não apenas falsa, mas também irrelevante. O lucro não é a causa da empresa, mas sua validação. Se quisermos saber o que é uma empresa, devemos partir de sua finalidade, que será encontrada fora da própria empresa. Essa finalidade é: CRIAR UM CLIENTE

- Todas as inovações eficazes são surpreendentemente simples. Na verdade, maior elogio que uma inovação pode receber é haver quem diga: isto é óbvio. Por que não pensei nisso antes?

- O conhecimento era um bem privado, associado ao verbo SABER. Agora, é um bem público ligado ao verbo FAZER.

- Pode ser dito sem grande supersimplificação, que não há países subdesenvolvidos. Há apenas os subadministrados.

- Existe o risco que você não pode jamais correr, e existe o risco que você não pode deixar de correr.

- De que adianta investir uma fortuna para trazer para o centro da cidade corpos pesando 80 quilos, se o que vocês querem são os cérebros deles, que pesam 3,8 quilos?

- Conquistar clientes “jogando os preços lá embaixo”, tem um efeito bumerangue: a própria empresa acabará sendo a vítima.

- A pesquisa de mercado só deve ser usada para pesquisar o que já está no mercado, não para o que se pretende lançar ou na busca de possíveis novos produtos. O cliente é conservador e só sabe opinar sobre o que já existe.

- Não é a empresa que define o mercado. É o cliente.”

- A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade econômica é de alto risco e não inovar – isto é, preservar o passado – é muito mais arriscado do que construir o futuro.

- A melhor maneira de predizer o futuro é criá-lo. (esta é outra de suas mais famosas frases)

- As pessoas que não correm riscos geralmente cometem uns dois grandes erros por ano. As pessoas que correm riscos geralmente cometem uns dois grandes erros por ano.

- Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam de ineficácia na comunicação

- O conhecimento não está vinculado a país algum. É transnacional, é portátil. Pode ser criado em qualquer lugar, de forma rápida e barata. Ele é, por definição, mutável.

- O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão necessários hoje, para merecermos um futuro. O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho.

- Decisões empresariais sempre comprometem os recursos do presente com as incertezas do futuro.

- Não se limite a se preparar para o amanhã. Procure também descartar-se daquilo que já não faz mais sentido, que não é produtivo, que não contribui para os objetivos.

- A revolução da informação representa um nítida transferência de poder de quem detém o capital para quem detém o conhecimento.



Escrito por Adesan às 14h33
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Educação contra a corrupção

http://www.unimonte.br

Data: 22/06/2009 - Hora: 9:30

Local: Rua Brás Cubas, 344, Vila Mathias



Categoria: Evento
Escrito por Adesan às 14h05
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O administrador judicial na recuperação de empresas

Angelito Dornelles da Rocha[1]

O administrador na recuperação judicial é possui semelhança a um fiscal, encarregado de acompanhar e fiscalizar o processo de recuperação judicial e o comportamento da empresa em recuperação e daqueles que a dirigem. Não se trata de administração controlada, mas fiscalizada. Como Waldo Fazzio Júnior ensina, o administrador é um auxiliar qualificado do juízo. Inserto no elenco dos particulares colaboradores da justiça, não representa os credores nem substitui o devedor falido.[2] Embora não possua poderes gerenciais, não é sinônimo de uma participação meramente passiva. Ora, caso constate a ocorrência de fatos que prejudiquem o cumprimento da recuperação, deverá comunicar ao órgão judicial para que se tomem as devidas providências.

Haroldo Malheiros Duclerc Verçosa explana que a fiscalização das atividades do devedor será (...) um dos papéis principais a serem exercidos pelo administrador judicial, de maneira a que efetivamente venha a ser cumprido o plano de recuperação judicial.[3]

Nas palavras de Sebastião José Roque, citando Miranda Valverde: o administrador (...), é órgão ou agente auxiliar da Justiça, criado a bem do interesse público e para a consecução da finalidade do processo da falência. Age por direito próprio em seu nome, no cumprimento dos deveres que a lei lhe impõe.[4] 

Fábio Ulhoa Coelho conceitua o administrador judicial como o agente auxiliar do juiz que, em nome próprio (portanto, com responsabilidade), deve cumprir com as funções cometidas pela lei. Além de auxiliar o juiz na administração da falência, o administrador judicial é também o representante da comunhão de interesses dos credores na falência.[5]

O fato de possuir o administrador judicial o poder de fiscalizar, não terá, conforme ensina o professor Mandel, poderes para interferir nos atos administrativos sem o devido processo legal e autorização judicial, nem ao menos ter livre acesso à sede da empresa e reuniões internas ou externas dos administradores (...).[6]

A limitação ao administrador judicial dá-se pelo fato dos administradores da empresa não perderem a livre administração do negócio num primeiro momento, sendo garantido ao devedor o direito de propriedade e sigilos. A fiscalização deverá ocorrer através de balancetes mensais ou relatórios confeccionados pelo devedor, assim, ter-se-á a demonstração do cumprimento das metas estabelecidas no plano de recuperação da empresa.

Ecio Perin Júnior lembra o ensinamento de Nelson Abrão quando esclarece que:

(...)o administrador judicial, nas legislações mais avançadas, não tutela simplesmente os interesses dos credores, mas sim a salvaguarda dos interesses – que chama – de difusos, consistentes na preservação da empresa, com o escopo de manutenção dos empregos, na defesa dos direitos dos acionistas minoritários (não controladores) e dos fornecedores do chamado “capital de crédito” proveniente da coletividade por meio dos bancos, donde pode (...) falar-se, não sem propriedade, que hodiernamente é o dinheiro da coletividade,  portanto a poupança difusa, que sustenta tecnicamente a atividade empresarial.

Nesse sentido, o administrador judicial possui enorme relevância para os interesses coletivos e difusos, uma vez que sua atuação está revestida de aspectos fundamentais quanto ao procedimento adjetivo, porque, muito mais que interesses privados, sobressai o legítimo interesse público.[7]  

Na hipótese de afastamento do devedor, ou outro dirigente das funções administrativas da empresa em recuperação, será o administrador judicial incumbido nas funções deles.

Nomeação e impedimentos

O administrador judicial poderá ser pessoa física ou jurídica, na segunda hipótese, dever-se-á declarar o nome do profissional responsável pela condução do processo de recuperação judicial[8]. Ora, conforme Manoel Justino Bezerra Filho, como o administrador assume uma série de obrigações e responsabilidades, é necessária a identificação pessoal daquele que deve responder ante o juiz por seu cumprimento. Haroldo Malheiros D. Verçosa completa o pensamento de Manoel Justino escrevendo que estabelece-se, desta forma, o princípio da identidade física da pessoa responsável pela condução das funções legalmente previstas, impedindo os prejuízos que certamente surgiam por freqüentes mudanças das pessoas naturais encarregadas do exercício daquelas.[9]  

Para os fins penais, o administrador é considerado funcionário público. Para demais efeitos, nos direito civil e administrativo, ele é agente auxiliar da justiça, investido na função pelo juiz, que o escolherá, dentre profissionais idôneos das áreas do direito, economia, administração ou contabilidade,[10] é o que se tira da leitura da obra de Fábio Ulhoa Coelho.

Não basta ser somente das áreas científicas elencadas na lei, também precisará ser profissional com condições técnicas e experiência para bem desempenhar as atribuições cometidas por lei que irá exigir do administrador enorme capacidade de gerir a recuperação da empresa que se apresenta em dificuldades financeiras. A nomeação do administrador judicial dar-se-á ao ser proferido o despacho que conceder a recuperação judicial.

Sebastião José Roque menciona que a nomeação do administrador judicial deverá recair sobre profissional idôneo de nível superior, formado preferencialmente nas áreas do direito, economia, administração de empresas e contabilidade.[11] Como se viu, pelo fato de o administrador judicial ser nomeado pelo juiz, aquele necessariamente será alguém de confiança deste, pois ambos devem trabalhar em sintonia um com o outro, para que a recuperação da empresa ocorra da melhor maneira possível tanto para o devedor quanto para os credores. 

A doutrina especializada no assunto opina acerca da escolha recair em determinados profissionais. Para Fábio Ulhoa Coelho:

 
(...) o advogado não é necessariamente o profissional mais indicado para a função, visto que muitas das atribuições do administrador judicial dependem, para sei bom desempenho, mais de conhecimentos de administração de empresas do que jurídicos. O ideal é a escolha recair sobre pessoa com conhecimentos ou experiência na administração de empresas do porte da devedora e, quando necessário, autorizar a contratação de advogado para assisti-lo ou à massa.[12] 

Já para o professor Sebastião José Roque:

De nossa parte, temos dúvidas quanto à atuação do administrador judicial não advogado; não só ele fiscaliza e controla o comportamento da empresa, mas aciona o processo. É imperioso o conhecimento de normas processuais e das práticas judiciárias, que só atraem advogados. Além do mais, só o advogado tem capacidade postulatória; quem não tiver terá que contratar advogado para tanto.[13]

Cremos que a preferência deva se dar ao profissional qualificado para o desafio ao exercício da função. Ora, ocorrerão casos em que o profissional com experiência e conhecimentos administrativos, poderá trazer mais benefícios à empresa em recuperação, que o profissional com conhecimentos exclusivos no direito, tendo em vista que este poderá ser contratado conforme a necessidade da empresa em recuperação. Haverá sempre que ser considerado pelo juiz na escolha do administrador judicial o tipo de profissional que cada caso de recuperação de empresa exige.

A lei prevê como formalidade para a investidura do administrador judicial em suas funções a assinatura do termo de compromisso nos autos judiciais, para isso, ele deverá ser intimado pessoalmente. Com a assinatura do termo de compromisso, será manifestada a concordância em assumir as obrigações e responsabilidades decorrentes do exercício da função. Caso não haja a assinatura do termo de compromisso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, contadas da juntada aos autos do mandado de intimação pessoal cumprido, será nomeado pelo juiz outro administrador judicial. Como bem observa Fábio Ulhoa Coelho, o descumprimento do prazo implica ineficácia da nomeação ou eleição.[14]

Da leitura do art. 30 da LRF[15], retira-se que há impedimento de exercer a função de administrador judicial quem, nos últimos cinco anos fora destituído, deixara de prestar contas dentro dos prazos legais ou teve a prestação de contas desaprovadas, no exercício do cargo de administrador judicial ou de membro do comitê em falência. Também será impedido de exercer a função de administrador judicial caso haja entre este e o devedor, seus administradores, controladores ou representantes legais, relação de parentesco ou afinidade até o terceiro grau. Bem como a relação de amizade, inimizade ou dependência será motivo de impedimento de exercer a função de administrador judicial.

Importante observação aduz o professor Paulo Fernando Salles de Toledo:

 
Verificam-se aqui algumas novidades. A primeira é a de que se faz menção a administradores, termo bem mais amplo do que o adotado na antiga LF (representantes). Ou seja, não apenas os representantes legais da devedora estão compreendidos na previsão legal, mas todos os seus administradores, o que abrange também os diretores em geral e os membros do conselho de administração.[16]

É possibilitado ao devedor, credor ou Ministério Público pedir a substituição do administrador judicial que possuir qualquer dos impedimentos elencados pela lei,[17] até mesmo ao próprio nomeado caberá informar ao juiz eventual impedimento seu.



Escrito por Adesan às 17h08
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Cont. O administrador judicial na recuperação de empresas

 

Atribuições

Ao assumir a administração do devedor falido e fiscalizar aquele em recuperação, o administrador deverá informar por carta, enviando-a aos credores já conhecidos nos autos, o local onde se encontra à disposição dos credores e demais interessados, também as informações que dispõe acerca de seus créditos. Dessa forma é garantido ao credor uma participação mais ativa na recuperação e acesso às informações referentes ao cumprimento do plano de recuperação.

Terá que dar os extratos dos livros do devedor, para que sirvam de fundamento nas habilitações e impugnações de créditos. Esses extratos deverão ser confeccionados por perito contador devidamente habilitado.

O administrador judicial poderá exigir dos credores, do devedor ou seus administradores quaisquer informações, sem precisar requerer ao juiz, dispondo, assim de poderes que independem do provimento jurisdicional. Essas informações são necessárias justamente para que possa haver a interação do administrador judicial com todas as causas e situações anteriores e concomitantes à recuperação judicial, estando assim, a par da real situação financeira da empresa e suas possibilidades de recuperação.

É determinado ao administrador judicial providenciar a publicação de edital contendo a relação de credores, bem como elaborar o quadro-geral de credores a ser homologado pelo juiz.

Deverá ser convocada pelo administrador judicial a assembléia-geral de credores nos casos previstos na LRF ou quando entender necessário ouvi-la para tomar determinadas decisões.[18]

Quanto ao exercício de suas funções, poderá contratar, sempre mediante autorização judicial, profissionais ou empresas especializadas para auxiliá-lo. Ora, haverá recuperações de maior volume, fazendo com que seja necessário ao administrador assessorar-se de pessoas ou empresas especializadas em determinadas áreas as quais o administrador judicial não sinta-se apto a atuar com a competência exigida. Cabe também, no exercício de suas atribuições, manifestar-se nos autos, não somente nos casos previstos na LRF como também em qualquer momento em que se fizer necessária para o correto andamento do feito.

Caso haja o descumprimento de qualquer obrigação assumida pelo devedor nos autos da recuperação judicial, no prazo de dois anos contados do despacho que concede a recuperação judicial, o administrador judicial, na função de fiscalizador, deverá requerer a falência. O descumprimento é facilmente detectado pelo administrador judicial, através da análise e levantamento das ações e decisões tomadas pelo devedor, já que aquele tem a obrigação de apresentar relatórios mensais acerca das atividades do recuperando e outro acerca do andamento da execução do plano de recuperação.

A remuneração do administrador judicial na recuperação judicial será fixada pelo juiz, baseando-se na qualidade e no grau de complexibilidade do trabalho realizado, não podendo exceder a 5% do valor pago aos credores. Este valor não será pago integralmente à vista. Parte da remuneração, o equivalente a 40% desta, somente será paga no encerramento da recuperação judicial, condicionada à tempestividade da prestação de contas e aprovação do relatório a que trata o art. 63 da LFR.[19] A data do pagamento dos 60% restantes vai coincidir com o pagamento aos credores. Com isso, o administrador judicial não sairá tão prejudicado, já que o pagamento aos credores poderá ser feito durante a recuperação judicial.

Manoel Justino Bezerra Filho comenta que o § 2º estabeleceu critério novo, determinando a reserva de 40% do devido ao administrador, para pagamento após a realização do ativo e julgamento de sua contas. Ocorre que, no momento em que o juiz fixe a remuneração devida, pode não haver(...) condições para pagamento (...)por isso, estabelece a lei esta  possibilidade de reserva.[20]   

Julio Mandel observa a respeito da reserva de 40% dos honorários devidos ao administrador judicial nestes termos:

A reserva de 40% dos honorários prevista neste artigo foi criada para evitar que um administrador judicial recebesse todos os seus honorários de forma antecipada e depois tivesse suas contas reprovadas, já que tal reprovação obrigaria o seu substituto, ou mesmo o devedor ou credores ou o Ministério Público, a buscar a devolução do dinheiro pago. Com a reserva, ao menos 40% do valor estaria protegido. Para que isso funcione, o ideal seria uma retenção mensal efetuada diretamente no ato do pagamento, com os valores retidos sendo depositados em conta judicial.[21]

Contudo, há situações em que retira do administrador judicial o direito a remuneração: renúncia sem relevante razão de direito, descumprimento das obrigações legais, desaprovação de prestação de contas ou a sua destituição das funções. Quanto à renúncia, deveria ela possuir um tratamento diferente quanto às outras formas que retiram o direito à remuneração, tendo sido o administrador judicial competente em suas funções até sua renúncia, ele deveria receber pagamento proporcional ao serviço prestado.

Os relatórios, com exceção dos que versarem acerca de alguma etapa do plano cumprida ou aquele que versar sobre o cumprimento da totalidade da execução do plano, elaborado no encerramento da recuperação judicial, não terão necessidades de serem extremamente detalhados, devem sim constar o faturamento mensal e compras do devedor. Poderão, inclusive, serem feitos pelo próprio devedor caso as partes assim decidirem, contudo, deverá o administrador fiscalizá-los, apresentando seus comentários, cumprindo com a incumbência de sua função.

Causas de afastamento

Tanto o devedor, o Ministério Público quanto qualquer interessado, poderá requerer o afastamento do administrador judicial, por omissão, negligência ou prática de ato lesivo à administração. O requerimento deve sempre ser devidamente fundamentado.

O juiz irá decidir acerca do requerimento somente depois de intimar pessoalmente o devedor, o Ministério Público e os credores para que se manifestem, conforme ensinamento de Paulo F.C. Salles de Toledo.[22]

Por motivo justificado, o juiz também poderá, ex officio, destituir o administrador judicial. Alerta-se que toda destituição deve ocorrer devido a faltas graves cometidas pelo destituído, que acarretarão danos à massa. Caso os danos configurem crimes, responderá o administrador destituído criminalmente. Já ato da destituição, o juiz irá nomear novo administrador judicial. Este, ao assumir suas funções, poderá promover ação de responsabilidade, de rito ordinário, a ser distribuída no juízo da falência. Também terão legitimidade ativa nesta ação o Ministério Público, o falido, o sócio da empresa falida e até mesmo qualquer credor do devedor.

O afastamento do administrador judicial trará conseqüências sérias a este, tendo em vista que, conforme a própria LRF, o afastado estará impedido de exercer a mesma função em futuros processos falimentares ou recuperatórios, em período não inferior a cinco anos, bem como perde direito a remuneração e fica impedido de ser eleito membro de comitê de credores em feitos falimentares. Como a destituição trata-se de uma penalidade, o administrador judicial tem o direito constitucional à ampla defesa, devendo esta ser assegurada pelo juiz antes da decisão. Da decisão que conceder a destituição, caberá agravo de instrumento nos moldes do Código de Processo Civil brasileiro.

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[1] Angelito Dornelles da Rocha, bacharel em Direito, consultor sindical, é aluno do curso de especialização em Direito Processual Civil na ABDPC (Academia Brasileira de Direito Processual Civil), Diretor da Pactus Assessoria Sindical Ltda – Porto Alegre/RS.  E-mail para contato: darocha@pactus-assessoria.com – Direito Sindical, Residente em Av. Independência, 876, ap 201, Porto Alegre, RS – 51 – 3037.3349

[2] FAZZIO JR, Waldo. Nova Lei de Falência e Recuperação de Empresas. São Paulo: Atlas, 2005. p. 326.

[3] SOUZA JÚNIOR, Francisco Satiro de et alii. Comentários à Lei de Recuperação de Empresas e Falência. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005, p. 171

[4] ROQUE, Sebastião José.  Direito de Recuperação de Empresas. São Paulo: Ícone, 2005, p. 198.

[5] COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à nova lei de falências e de Recuperação de empresas. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 58.

[6] MANDEL, Julio Kahan. Nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas anotada. São Paulo: Saraiva. 2005. p. 51.

[7] PAIVA, Luiz Fernando Valente de et alii. Direito Falimentar e a Nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas. São Paulo: Quartier Latin, 2005, p. 173.

[8] Art. 21, Parágrafo único da LRF - Se o administrador judicial nomeado for pessoa jurídica, declarar-se-á, no termo de que trata o art. 33 desta Lei, o nome de profissionalresponsável pela condução do processo de falência ou de recuperação judicial, que não poderá ser substituído sem autorização do juiz.

[9] SOUZA JÚNIOR, Francisco Satiro de et alii. Comentários à Lei de Recuperação de Empresas e Falência. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005, p. 166.

[10] COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à nova lei de falências e de Recuperação de empresas. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 58.

[11] ROQUE, Sebastião José.  Direito de Recuperação de Empresas. São Paulo: Ícone, 2005, p. 135.

[12] ROQUE, Sebastião José.  Direito de Recuperação de Empresas. São Paulo: Ícone, 2005, p. 58.

[13] Idem, p. 135.

[14] COELHO, Fábio Ulhoa. Comentários à nova lei de falências e de Recuperação de empresas. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 85.

[15] Art. 30. Não poderá integrar o Comitê ou exercer as funções de administrador judicial quem, nos últimos 5 (cinco) anos, no exercício do cargo de administrador judicial ou de membro do Comitê em falência ou recuperação judicial anterior, foi destituído, deixou de prestar contas dentro dos prazos legais ou teve a prestação de contas desaprovada.

              § 1o Ficará também impedido de integrar o Comitê ou exercer a função de administrador judicial quem tiver relação de parentesco ou afinidade até o 3o (terceiro) grau com o devedor, seus administradores, controladores ou representantes legais ou deles for amigo, inimigo ou dependente.

[16] TOLEDO, Paulo F.C. Salles de et alii. Comentários à Lei de Recuperação de Empresas e Falência. São Paulo: Saraiva, 2005.

[17] Art. 30, § 2o da LRF - O devedor, qualquer credor ou o Ministério Público poderá requerer ao juiz a substituição do administrador judicial ou dos membros do Comitê nomeados em desobediência aos preceitos desta Lei.

[18] Remetemos o leitor ao sub-capítulo 2.3.1, onde abordamos mais especificadamente os casos em que será convocada a assembléia-geral de credores.

[19] Art. 63. Cumpridas as obrigações vencidas no prazo previsto no caput do art. 61 desta Lei, o juiz decretará por sentença o encerramento da recuperação judicial e determinará:

I – o pagamento do saldo de honorários ao administrador judicial, somente podendo efetuar a quitação dessas obrigações mediante prestação de contas, no prazo de 30 (trinta) dias, e aprovação do relatório previsto no inciso III do caput deste artigo;

[20] BEZERRA FILHO, Manoel Justino. Nova Lei de Recuperação e Falências comentada. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005, p. 99.

[21] MANDEL, Julio Kahan. Nova Lei de Falências e Recuperação de Empresas anotada. São Paulo: Saraiva. 2005. p. 62.

[22] TOLEDO, Paulo F.C. Salles de. et alii. Comentários à Lei de Recuperação de Empresas e Falência. São Paulo: Saraiva, 2005, p.79.



Escrito por Adesan às 17h07
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Frases de Administradores

“Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.” (Michael Porter)

“Liderar é estabelecer uma sociedade entre o líder e sua gente.” (Ken Blanchard)

"Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem." (Peter Drucker)

"No mundo dos negócios nunca se obtém aquilo que se quer, mas sim aquilo que se negocia." (Chester Karrass)

“O maior inimigo do marketing é o Excel.” (C. K. Prahalad)

"Negócios - A arte de tirar dinheiro dos bolsos dos outros sem usar violência." (Max Amsterdam)

"A qualidade é recordada muito depois de o preço ter sido esquecido." (Autor desconhecido)

"A única coisa boa de um ano mau, é que as probabilidades de o próximo ser melhor são altas." (Mário Vicente)

"As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada." (Philip Kotler)

"As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que considerarem os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam." (Bill Gates)

“Dispense os planejadores. Pare de pensar e comece a agir.” (Tom Peters)

"Seus mais insatisfeitos clientes são sua maior fonte de aprendizado." (Bill Gates)

"Às vezes os economistas são melhores que os escritores a contar contos de fadas." (Mário Llosa)

"Descobrir o que o consumidor quer, é fácil. Fazer algo em relação a isso, é que já não é assim tão simples." (Liz Wetzel)

"Deve-se comprar quando os outros querem vender." (Autor desconhecido)

"É mais fácil ser o primeiro, do que continuar a ser o primeiro." (Bill Gates)

"Em qualquer corrida ao ouro, aqueles que mais ganham são sempre os que vendem as picaretas." (Autor desconhecido)

"Existem dois tipos de riscos: Aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr." (Peter Drucker)

"Há três tipos de empresas: Empresas que tentam levar os seus clientes onde eles não querem ir; empresas que ouvem os seus clientes e depois respondem às suas necessidades; e empresas que levam os seus clientes aonde eles ainda não sabem que querem ir." (Gary Hamel)

“Os elefantes demoram a se adaptar, já as baratas sobrevivem em qualquer ambiente.” (Peter Drucker)

"Não há nada de errado em correr riscos; desde que não se arrisque tudo." (George Soros)

"Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo." (Paul Pilzer)

"Numa época de crise em que todos choram, há sempre alguém que se lembra de fabricar lenços." (Autor desconhecido)

"O melhor cliente é aquele que já temos." (Autor desconhecido)

"O tempo é a única riqueza que é distribuída igualmente por todos os homens: A cada um são dadas precisamente 24 horas em cada dia que passa." (Saint John)

"Se os peritos em mercado de ações fossem efetivamente peritos, eles estariam a comprar ações e não a vender conselhos." (Autor desconhecido)

"Se não tomares conta do teu cliente, alguém tomará." (Autor desconhecido)

"Se quer ver algo feito, peça a alguém que não tenha tempo; para se certificar de que isso não ficará feito, peça a alguém com tempo. A primeira pessoa não tem tempo porque faz tudo que lhe dizem para fazer; a segunda tem tempo porque não faz nada do que lhe pedem." (Alfonso Milagro)

"Se tiveres uma tarefa difícil para realizar, entrega-a a uma pessoa preguiçosa. Ela irá encontrar uma maneira mais fácil de a fazer." (Hlade)

"Tempo de decisão poupado, é tempo de ação ganho." (Gerald Michaelson)

"Todos nascemos sem nada. Tudo o que adquirimos depois é lucro." (Sam Ewing)

"Tudo o que fazemos é ligado ao dinheiro. Eu sou uma mercadoria e tenho plena consciência disso." (Marlon Brando)

"As riquezas do mundo pertencem efetivamente aos que têm a audácia de se declarar seus possuidores." (Georges Duhamel)

"No mundo dos negócios todos são pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois." (Harold Geneen)
"O homem nunca deve se por em posição em que perca o que não pode se dar ao luxo de perder." (Ernest Hemingway)

"Qualquer atividade torna-se criativa e prazerosa quando quem a pratica se interessa por fazê-la bem feita, ou até melhor." (John Updike)

"Falência é um procedimento legal que permite pôr o dinheiro nos bolsos das calças e entregar o paletó aos credores." (Sam Goldwin)

"O segredo de meu sucesso é pagar como se fosse perdulário e comprar como se estivesse quebrado." (Henry Ford)

"A recompensa nos negócios vai para o homem que faz algo com uma idéia." (William Benton)

"Não é o empregador que paga os salários. Os empregadores só manipulam o dinheiro. É o freguês que paga os salários." (Henry Ford)
"Há uma regra para industriais que é: Fazer a mercadoria de melhor qualidade possível, no menor custo possível, pagando o mais alto salário possível." (Henry Ford)

"Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades." (Amiano Marcelino)

"A única coisa do planejamento é que as coisas nunca ocorrem como foram planejadas." (Lúcio Costa)

"Planejar: preocupar-se por encontrar o melhor método para conseguir um resultado acidental." (Ambrose Bierce)

"Não se pode planejar o futuro pelo passado." (Edmund Burke)

"É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las." (Bernardinho)

"A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar." (John L. Beckley)

"Amor em administração deve ser ficar pensando, traduzir e conseguir produzir algo útil desses sonhos malucos, obtendo resultados, mesmo diante de tantas e naturais imperfeições" (Sérgio Dal Sasso)

"Fácil é o planejamento de uma vida digna e feliz, se se tem fé." (Quintiliano)

"Mas, o planejamento só é ético quando visa um crescimento que possa se traduzir em melhor qualidade da vida coletiva, um cenário melhor para a vida de todos, e só é democrático quando procura incorporar todos os
envolvidos no processo de planejar." (João Caramez)

"Antes de começar, é preciso um plano, e depois de planejar, é preciso execução imediata." (Sêneca)

"A melhor hora para planejar um livro é enquanto lava-se a louça." (Agatha Christie)

"Planejar é decidir de antemão qual é, e como será a sua vitória." (Rhandy di Stefano)

"Se você falha em planejar, está planejando falhar." (Lair Ribeiro)

"Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte." (Sérgio Dal Sasso)



Escrito por Adesan às 16h45
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Escrito por Adesan às 16h30
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Você está despedido!!!

Você é diretor de uma indústria de geladeiras. O mercado vai de vento em popa e a diretoria decidiu duplicar o tamanho da fábrica. No meio da construção, os economistas americanos prevêem uma recessão, com grande alarde na imprensa. A diretoria da empresa, já com um fluxo de caixa apertado, decide, pelo sim, pelo não, economizar 20 milhões de dólares. Sua missão é determinar onde e como realizar esse corte nas despesas.

Esse é o resumo de um dos muitos estudos de caso que tive para resolver no mestrado de administração, que me marcou e merece ser relatado. O professor chamou um colega ao lado para começar a discussão. O primeiro tem sempre a obrigação de trazer à tona as questões mais relevantes, apontar as variáveis críticas, separar o joio do trigo e apresentar um início de solução:

"Antes de mais nada, eu mandaria embora 620 funcionários não essenciais, economizando 12 200 000 dólares. Postergaria, por seis meses os gastos com propaganda, porque nossa marca é muito forte. Cancelaria nossos programas de treinamento por um ano, já que estaremos em compasso de espera. Finalmente, cortaria 95% de nossos projetos sociais, afinal nossa sobrevivência vem em primeiro lugar".

É exatamente isso que as empresas brasileiras estão fazendo neste momento, muitas até premiadas por sua "responsabilidade social".

Terminada a exposição, o professor se dirigiu ao meu colega e disse:

-Levante-se e saia da sala.

-Desculpe, professor, eu não entendi - disse John, meio aflito.

-Eu disse para sair desta sala e nunca mais voltar. Eu disse: PARA FORA! Nunca mais ponha os pés aqui em Harvard.

Ficamos todos boquiabertos e com os cabelos em pé. Nem um suspiro. Meu colega começou a soluçar e, cabisbaixo, se preparou para deixar a sala. O silêncio era sepulcral.

Quando estava prestes a sair, o professor fez seu último comentário:

-Agora vocês sabem o que é ser despedido. Ser despedido sem mostrar nenhuma deficiência ou incompetência, mas simplesmente porque um bando de prima-donas em Washington meteu medo em todo mundo. Nunca mais na vida despeçam funcionários como primeira opção.

Despedir gente é sempre a última alternativa.

Aquela aula foi uma lição e tanto. É fácil despedir 620 funcionários como se fossem simples linhas de uma planilha eletrônica, sem ter de olhar cara a cara para as pessoas demitidas.

É fácil sair nos jornais prevendo o fim da economia ou aumentar as taxas de juros para 25% quando não é você quem tem de despedir milhares de funcionários nem pagar pelas conseqüências. Economistas, pelo jeito, nunca chegam a estudar casos como esse nos cursos de política monetária.

Se você decidiu reduzir seus gastos familiares "só para se garantir", também estará despedindo pessoas e gerando uma recessão.

Se todas as empresas e famílias cortarem seus gastos a cada previsão de crise, criaremos crises de fato, com mais desemprego e mais recessão. A solução para crises é reservas e poupança, poupança previamente acumulada. O correto é poupar e fazer reservas públicas e privadas, nos anos de vacas gordas para não ter de despedir pessoas nem reduzir gastos nos anos de vacas magras, conselho milenar. Poupar e fazer caixa no meio da crise é dar um tiro no pé.

Demitir funcionários contratados a dedo, talentos do presente e do futuro, é suicídio.

Se todos constituíssem reservas, inclusive o governo, ninguém precisaria ficar apavorado, e manteríamos o padrão de vida, sem cortar despesas. Se a crise for maior que as reservas, aí não terá jeito, a não ser apertar o cinto, sem esquecer aquela memorável lição: na hora de reduzir custos, os seres humanos vêm em último lugar.

Stephen Kanitz

Artigo Publicado na Revista Veja, edição 1726, ano 34, nº45, 14 de Novembro de 2001.v



Escrito por Adesan às 18h26
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Escrito por Adesan às 18h13
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Mudanças são necessárias!

Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite...

A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se  debater e a lutar. Aos poucos com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu.Dali, conseguiu levantar vôo e sair do copo.

Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água. Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.

Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

"TEM UM CANUDO ALÍ, NADE ATÉ LÁ E SUBA"

A mosca respondeu:

"PODE DEIXAR QUE EU SEI COMO RESOLVER ESTE PROBLEMA."

E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água.

SOLUÇÕES DO PASSADO, EM CONTEXTOS DIFERENTES, PODEM TRANSFORMAR-SE EM PROBLEMAS. SE A SITUAÇÃO SE MODIFICOU, DÊ UM JEITO DE MUDAR 

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao redor e ficamos lutando inutilmente até afundar em nossa própria falta de visão!

Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir.

É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso. Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso.

Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação.

 

(De: Os Donos do Futuro-Roberto Shinyashiki)

Se a única ferramenta que você conhece é o martelo, todo problema que aparece você pensa que é prego

 



Escrito por Adesan às 16h18
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Max Gehringer

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um Vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho.

Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de “paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino”.

E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo. Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.E quem era o chefe do Pena? O Raul...

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito. O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava.

Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite.

Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável... Ele entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.


E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: “Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo”. Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.


Essa era a principal competência dele. “Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes”.



Escrito por Adesan às 15h50
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MORAL E ÉTICA: DOIS CONCEITOS DE UMA MESMA REALIDADE

A confusão que acontece entre as palavras Moral e Ética existem há muitos séculos. A própria etimologia destes termos gera confusão, sendo que Ética vem do grego “ethos” que significa modo de ser, e Moral tem sua origem no latim, que vem de “mores”, significando costumes.

Esta confusão pode ser resolvida com o esclarecimento dos dois temas, sendo que Moral é um conjunto de normas que regulam o comportamento do homem em sociedade, e estas normas são adquiridas pela educação, pela tradição e pelo cotidiano. Durkheim explicava Moral como a “ciência dos costumes”, sendo algo anterior a própria sociedade. A Moral tem caráter obrigatório.

Já a palavra Ética, Motta (1984) defini como um “conjunto de valores que orientam o comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que vive, garantindo, outrossim, o bem-estar social”, ou seja, Ética é a forma que o homem deve se comportar no seu meio social.

A Moral sempre existiu, pois todo ser humano possui a consciência Moral que o leva a distinguir o bem do mal no contexto em que vive. Surgindo realmente quando o homem passou a fazer parte de agrupamentos, isto é, surgiu nas sociedades primitivas, nas primeiras tribos. A Ética teria surgido com Sócrates, pois se exigi maior grau de cultura. Ela investiga e explica as normas morais, pois leva o homem a agir não só por tradição, educação ou hábito, mas principalmente por convicção e inteligência. Vásquez (1998) aponta que a Ética é teórica e reflexiva, enquanto a Moral é eminentemente prática. Uma completa a outra, havendo um inter-relacionamento entre ambas, pois na ação humana, o conhecer e o agir são indissociáveis.

Em nome da amizade, deve-se guardar silêncio diante do ato de um traidor? Em situações como esta, os indivíduos se deparam com a necessidade de organizar o seu comportamento por normas que se julgam mais apropriadas ou mais dignas de ser cumpridas. Tais normas são aceitas como obrigatórias, e desta forma, as pessoas compreendem que têm o dever de agir desta ou daquela maneira. Porém o comportamento é o resultado de normas já estabelecidas, não sendo, então, uma decisão natural, pois todo comportamento sofrerá um julgamento. E a diferença prática entre Moral e Ética é que esta é o juiz das morais, assim Ética é uma espécie de legislação do comportamento Moral das pessoas. Mas a função fundamental é a mesma de toda teoria: explorar, esclarecer ou investigar uma determinada realidade.

A Moral, afinal, não é somente um ato individual, pois as pessoas são, por natureza, seres sociais, assim percebe-se que a Moral também é um empreendimento social. E esses atos morais, quando realizados por livre participação da pessoa, são aceitas, voluntariamente.Pois assim determina Vasquez (1998) ao citar Moral como um “sistema de normas, princípios e valores, segundo o qual são regulamentadas as relações mútuas entre os indivíduos ou entre estes e a comunidade, de tal maneira que estas normas, dotadas de um caráter histórico e social, sejam acatadas livres e conscientemente, por uma convicção íntima, e não de uma maneira mecânica, externa ou impessoal”.

Enfim, Ética e Moral são os maiores valores do homem livre. Ambos significam "respeitar e venerar a vida". O homem, com seu livre arbítrio, vai formando seu meio ambiente ou o destruindo, ou ele apóia a natureza e suas criaturas ou ele subjuga tudo que pode dominar, e assim ele mesmo se torna no bem ou no mal deste planeta. Deste modo, Ética e a Moral se formam numa mesma realidade. 

 

Por THIAGO FIRMINO SILVANO – Acadêmico do curso de Direito da UNISUL



Escrito por Adesan às 15h43
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Os 25 nomes para serem seguidos no Twitter

Advertising Age preparou uma lista com os nomes mais interessantes do marketing para serem seguidos na rede social

No espírito da Twitter’s Follow Fridays, dia no qual os usuários sugerem pessoas interessantes para serem seguidas na rede social, Advertising Age ofereceu, uma lista com pessoas dos mercados de mídia e marketing que deveriam ser seguidas pelos profissionais dessas áreas.

Acompanhe:

Pete Cashmore, CEO da Mashable, blog de mídia social
Follow: @mashable

Nieman Lab, Laboratório de jornalismo Nieman em Harvard
Follow: @NiemanLab

John Battelle, chairman e CEO da Federated Media
Follow: @johnbattelle

Jeff Lanctot
, diretor de estratégia da Razorfish
Follow: @lanctot

Jennifer Preston
, editora de mídia social do New York Times
Follow: @NYT_JenPreston

David Carr
, colunista de mídia do New York Times
Follow: @carr2n

Big Spaceship
, Agência de criação digital
Follow: @bigspaceship

Mark Cuban
, proprietário da HDNet e do time de basquete Dallas Mavericks
Follow: @mcuban

Paula Drum
, ex-diretor de marketing da H&R Block
Follow: @pauladrum

Richard Ting
, vice-presidente de mobile e plataformas emergentes da R/GA
Follow: @flytip

Mrinal Desai
, vice-presidente de vendas da CrossLoop
Follow: @mrinaldesai

David Berkowitz
, diretor de mídias emergentes na 360i
Follow: @dberkowitz

Amy Worley
, vice-presidente de marketing da Andrews McMeel Publishing
Follow: @worleygirl

Charles Arthur
, editor de tecnologia no The Guardian
Follow: @charlesarthur

Brad Adgate
, diretor de pesquisa na Horizon Media
Follow: @badgate

Brian Lam
, diretor editorial da Gizmodo
Follow: @blam

Jacob Harris
, arquiteto de software no New York Times
Follow: @harrisj

Nick Bilton
, editor de design no New York Times
Follow: @nickbilton

Jack Shafer, colunista de mídia
Follow: @jackshafer

Dave Knox, gerente de marca da Procter&Gamble
Follow: @daveknox

Chris Anderson, editor da revista Wired
Follow: @chr1sa

Rishad Tobaccowala, CEO da Denuo
Follow: @rishadt

Soraya Darabi, gerente de parceria, multimídia e buzz marketing do New York Times
Follow: @sorayad

Sree Sreenivasan
, professor da Columbia Journalism School
Follow: @sreenet

Fred Wilson
, sócio diretor das financeiras Flatiron Partners e Union Square Ventures
Follow: @fredwilson

Fonte: M&M online



Escrito por Adesan às 15h32
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Marketing Pessoal - Palestrante Mario Persona

 

Como desenvolver seu marketing pessoal e plano de carreira para aumentar sua empregabilidade e visibilidade no mercado de trabalho.



Escrito por Adesan às 14h50
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O nome da faculdade pesa no currículo???

O nome da faculdade pode contar em determinadas situações, mas o candidato deve estar ciente de que o currículo é analisado de maneira uniforme

*Por Mariana Parizotto

Quantas vezes você já ouviu dizer que o nome da faculdade pesa na hora de buscar um emprego, estágio ou ingressar em um programa de trainee? Pensando nisso, o Dicas Profissionais consultou dois especialistas em Recursos Humanos para explicarem se isto é mito ou verdade.

Segundo Paulo Ishimaru, Gerente de Comunicação do Grupo Soma, é um equívoco selecionar ou descartar um candidato levando em conta apenas o nome da Universidade, “podemos encontrar profissionais de ótimo nível que cursam ou cursaram faculdades sem muita tradição”, opina.

Porém, o gerente afirma que algumas empresas utilizam este critério para contratar seus funcionários. “Algumas instituições são mais conhecidas que outras em determinados cursos, isso leva alguns profissionais de recrutamento a prestar mais atenção nesses currículos. Mas para um processo seletivo ser assertivo outros processos devem ser feitos para verificar o potencial do candidato”, ressalta Paulo Ishimaru.

Para Vânia Alencar, Gerente de Consultoria em Recursos Humanos da Luandre, realizar um curso de graduação já é importante no perfil do profissional, mas é preciso levar em conta que muitas empresas selecionam seus candidatos a partir do nome faculdade, “Uma Instituição Conceituada é um destaque de peso em um currículo, pois as empresas entendem que as Faculdades de 1º linha contribuem melhor para o desenvolvimento acadêmico e técnico do profissional para o mercado de trabalho”, explica.

Paulo Ishimaru acredita que muitas vezes o nome da faculdade acaba pesando por causa da especificidade do cargo oferecido, portanto o candidato deve ficar atento se o seu currículo contempla as exigências da vaga. “Por exemplo, são poucas faculdades privadas brasileiras que têm grande tradição em pesquisa. Se uma determinada empresa necessitar de um pesquisador, provavelmente ela buscará um profissional com formação em faculdades públicas”.

Em áreas como Engenharia, Marketing, Administração e Economia é mais comum, de acordo com Vânia Alencar, a preferência das empresas por determinadas faculdades, “FEI, FAAP, PUC, USP, Mackenzie, IBMEC, FGV e MAUÁ encabeçam a lista das mais bem aceitas em são Paulo”, informa.

Outro fator que merece ser ressaltado é a questão do quanto o nome da faculdade pode abrir portas para quem está ingressando no mercado de trabalho. Neste período, a pessoa ainda não tem muita experiência no mercado de trabalho, então a formação acadêmica pode ter um peso maior, pois o recrutador não terá muitos outros critérios para avaliar se o candidato é ou não um bom profissional.

“Quando as pessoas quando buscam uma formação acadêmica devem pesquisar o máximo possível sobre a instituição. Referências de ex-alunos, de professores e de mercado. Faculdades com tradição e de qualidade são fáceis de ser identificadas. Às vezes é melhor investir um pouco mais na carreira do que não obter retorno profissional”, aconselha o Gerente de Comunicação do Grupo Soma.

No entanto, isso não significa que o mercado está fechado para as pessoas que não cursaram faculdades renomadas. Cursos técnicos, idiomas, a capacidade de relacionamento com outras pessoas, pós-graduação e experiência internacional são aspectos que valorizam muito o profissional. “Apontar, por exemplo, o trabalho de conclusão de curso, caso esse tenha sido de boa qualidade também é uma boa saída. O importante é ele se manter atualizado. Não importa se ele cursou faculdades conhecidas ou não”, reforça Ishimaru.

O nome á faculdade pode contar em determinadas situações, mas o candidato deve estar ciente de que o currículo não é avaliado pontualmente. O selecionador analisa a coerência, o histórico e as especificidades de maneira uniforme. Cabe ao candidato se preparar para o que o mercado está exigindo!

 

*Mariana Parizotto é jornalista do Dicas Profissionais.



Escrito por Adesan às 13h55
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"Frases de Sun Tzu"

Autor: Sun Tzu

Buscar na Web "Sun Tzu"

- Conhecer o outro e conhecer a si mesmo; em cem batalhas nenhum perigo. Não conhecer o outro e conhecer a si mesmo; uma vitória para uma perda.Não conhecer o outro e não conhecer a si mesmo, em cada batalha, derrota certa. - Os guerreiros vitoriosos vencem antes de ir à guerra, ao passo que os derrotados vão à guerra e só então procuram a vitória. - A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruido antes da derrota. - A arte da guerra consiste em vencer um inimigo sem combater. - Deve-se utilizar a força do oponente a nosso favor.



Categoria: Citação
Escrito por Adesan às 13h50
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Jantar Dançante

http://www.adesan.org.br

Data: 25/09/2009 - Hora: 20:30

Local: Abresca                                                                                                                

Dia Nacional do Administrador Você não pode faltar, venha comemorar com sua família!!! Faça já sua reserva na secretaria da Adesan - tel: (13) 3223-2629 das 13h às 19h.                                                                                                       



Categoria: Evento
Escrito por Adesan às 13h30
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Escrito por Adesan às 16h17
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Marcas mais valiosas do Brasil

1º. Bradesco: R$ 12,064 bilhões
2º. Itaú: R$ 9,878 bilhões
3º. Banco do Brasil: R$ 8,444 bilhões
4º. Skol: R$ 4,084 bilhões
5º. Natura: R$ 3,966 bilhões
6º. Petrobras: R$ 2,308 bilhões
7º. Brahma: R$ 2,019 bilhões
8º. Antarctica: R$ 1,741 bilhão
9º. Unibanco: R$ 1,691 bilhão
10º. Perdigão: R$ 1,129 bilhão

 

Pelo terceiro ano consecutivo, os três maiores bancos do país lideram o ranking das marcas mais valiosas do Brasil. Bradesco, Itaú e Banco do Brasil encabeçam a lista elaborada anualmente pela consultoria BrandAnalytics/Millward Brown com 180 marcas.

Fonte: FolhaSP



Escrito por Adesan às 15h38
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Jogos como ferramenta para o Administrador

Há muito tempo discutem sobre o efeito de alguns jogos como ferramenta para a melhora do raciocínio dos profissionais. Jogos como Xadrez, Damas, Poker, Truco, Uno etc. tem uma contribuição de grande valia no treino dos profissionas, uma vez que os forma a pensar e buscar soluções. Os profissionais que exercem principalmente cargos de gestão e análise detro das empresas deveriam aderir a jogos como forma de treino cerebral e ativar o comportamento analítico na busca por soluções e oportunidades. Assim é muito mais fácil transportar esse potencial para os negócios.

Durante o curso universitário, é muito comum o aprendizado do truco, porém esse jogo é considerado por alguns como um jogo unicamente para jovens, uma vez que utiliza de diversas “dicas” entre os participantes, porém há duas formas de entretenimento que são considerados para todas as idades e que possuem um bom nível de percepção lógica que são o Xadrez e o Poker.

Jogar Poker longe de ser um evento exclusivo para ricos, é uma forma de entretenimento que todos podem ter acesso e se entreter ao mesmo tempo que estão recebendo uma contribuição pessoal em seu modo de pensar.

Existem hoje em dia, milhares de sites que disponibilizam jogos para o entretenimento dos internautas, alguns destes são jogos mais básicos como Mario ou Sonic, outros disponibilizam Xadrez que possui inclusive competições internacionais e até mesmo RPG como Ragnarok.

Existe um site que disponibiliza o jogo do Poker para os internautas, chamado Pokerface Brasil. Este site possui torneios e premiações aos participantes e é uma boa forma de se entreter e buscar vencer desafios através das cartas do baralho.

O Pokerface Brasil traz algo interessante em relação a outros sites, pois, além de disponibilizar o jogo, está também com uma promoção em que o participante ganha US$ 100,00 (cem dólares) nas classificatórias. Quer dizer, além de jogar e se divertir ainda há a possibilidade de ganhar quantias em dinheiro.

Além destes jogos há uma infinidade de outros que podem ser utilizados pelos profissionais, mas vale muito mais a insistência do jogador em tentar uma segunda vez, afinal, ninguém nunca ficou conhecido por desistir de algo. É sempre importante a busca por formas de crescer em entendimento e superação de desafios e desafiantes.



Escrito por Adesan às 15h35
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Administração está na nossa vida

" Inteligência Emocional "

Cada vez mais o sucesso depende de outros factores além da inteligência e espírito de trabalho. As relações interpessoais, a capacidade de trabalho em grupo, a capacidade de ouvir e de se colocar na posição de outros, a capacidade de ouvir a nossa consciência tornaram-se fundamentais num mundo cada vez mais ligado por redes e em que cada vez mais o trabalho é tarefa de uma equipa. Para ter sucesso, álem de inteligência "intelectual" é necessário ter também inteligência emocional.

A pedra basilar da inteligência emocional é a autoconsciência, isto é, o reconhecimento de um sentimento enquanto ele decorre. O sentimento desempenha um papel crucial na nossa navegação pelas decisões que temos que tomar. Todos nós sentimos por vezes sinais intuitivos sob a forma de impulsos límbicos, vindos daquilo a que António Damásio chama "balizadores somáticos". Eles são uma espécie de sinais que nos alerta para o perigo potencial mas também nos alerta para oportunidades de ouro. Segundo Goleman, "a chave para tomar boas decisões pessoais é ouvir os sentimentos".

O objectivo é o equilíbrio e não a supressão dos sentimento. Todos os sentimentos têm o seu valor e significado. Controlar as emoções é a chave para o bem estar emocional. Há sentimentos que destabilizam emocioalmente as pessoas, como raiva, ansiedade ou melancolia e que podem ser combatidos por exemplo, minando as suposições irreais que alimentam a raiva, ser céptico relativo às dúvidas que causam a ansiedade ou praticar exercício físico, jogos, etc ou engendrar um pequeno triunfo, que ajudam a eliminar a melancolia.

A motivação própria

É muito importante que as pessoas se sintam motivadas. Quanto mais motivadas e presistentes forma maior capacidade e potencialidade terão para atingir os seus objectivos. O controle emocional - adiar a recompensa e dominar a impulsividade - está subjacente a qualquer realização. Uma fonte de optimismo e presistência pode muito bem ser um comportamento inato, no entanto pode também ser adquirido pela experiência. Seja qual for a sua origem está-lhe subjaccente a ideia de autoeficácia, a convicção que se domina os acontecimentos da própria vida e se é capaz de vencer os desafios. O desenvolvimento de uma aptidão, ao tornar a pessoa mais apta e mais disposta a correr riscos e a procurar desafios, reforça o sentimento de auto-eficácia.

Reconhecer as emoções dos outros

A empatia, habilidade de reconhecer o que os outros sentem, desempenha um papel fundamental numa vasta gama de áreas da vida. Nasce da autoconsciência. Só sendo capazes de reconhecer as próprias emoções seremos capazes de reconhecer as dos outros.

Uma vez que 90% da comunicação é não verbal, devemos estar particularmente atentos a estas pois é extremamente reveladora dos sentimentos do seu emissor. As pessoas empáticas são mais sensíveis a esses sinais que indicam aquilo de que os outros necessitam e tornam-se mais aptas para profissões que envolvam contacto e negociações com outras pessoas, tais como a gestão, por exemplo.

Gerir relacionamentos

A arte de nos relacionarmos com os outros é também a aptidão de gerir as emoções dos outros, que está na base da popularidade, da liderança e da eficácia interpessoal. Gerir as emoções dos outros requer a maturação de duas habilidades emocionais: autocontrolo e empatia.

Álem da inteligência emocional deve também existir e desenvolver-se a inteligência interpessoal. Segundo Thomas Hatch e Howard Gardner, há quatro componentes da inteligência interpessoal: organizar grupos, negociar soluções, relacionamento pessoal e análise social.
Fonte:http://student.dei.uc.pt/%7Emafonso/ge/IntEmoc.html



Escrito por Adesan às 15h25
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